O “Fair Game” de Gaddafi e Ahmadinejad

Fair Game

Nesses nossos dias em que estamos às vesperas da queda do ditador líbio Muammar Gaddafi (ou Kadafi), até parece que o mundo descobriu uma novidade num repente. Os "mocinhos", que seriam os governos democráticos e ilibados do ocidente se deram conta que aquela região do mundo está repleta de ditadores cruéis e sanguinários a cerca de uns 30 anos, por aí… uns países mais, outros nessa média.

E curiosamente quais são as manchetes e os pronunciamentos??? Bloqueio de dinheiro e movimentação de tropas militares.

Uau!! Mais uma vez a Pólicia do Mundo os EUA movem suas tropas militares, preparando-se para invadir a Líbia ou, na melhor das hipóteses ARMAR os rebeldes até os dentes, para que possam assim lutar com alguma chance. Mais uma vez se repete o que os americanos e britânicos fizeram com Sadam, com Bin Laden e com sei lá quantos outros governos e grupos de milícias rebeldes… Ruanda¹ (adminstração Clinton que teria dado de ombros para a iminente guerra civil. Omissão americana e da ONU). Depois vieram Afeganistão (2001) e Iraque (2003)… (Líbia 2011???), oferecem armas e apoio a parte mais fraca, para que essa possa internamente derrubar políticamente um governo que não seja mais de interesse do governo americano.

Fuçam e colocam o nariz em tudo quanto é conflito no mundo (ou somente nos que interessam) e depois se perguntam do porque de serem tão odiados por grande parte do mundo oriental. E não é por falta do que fazer dentro de casa nao, pois o caso do furacão Katrina que destruiu e isolou toda uma população, principalmente em Nova Orleans, deixando em média cerca de 200 casas debaixo d’água, situação que durou várias e várias semanas até ser amenizada. O desastre atingiu várias cidades, mas a destruição de Nova Orleans causou maior impacto na imprensa, bem como a demora no socorro das vítimas. Sem dúvida um dos principais desleixos imperdoáveis na administração Bush. Constraste na lerdeza do socorro de uma catástrofe interna, com eventos secretos que vieram a tona com em alguns vídeos divulgados pelo WikiLiks… contraste na rapidez e na movimentação das tropas americanas que se aproximam da Líbia.

 

Será que Obama (ganhador do prêmio Nobel da Paz), ainda não despertou? Ainda mantém as tropas militares no exterior, combatendo porqual motivo mesmo??? Armas nucleares?? Ah, sim…aquelas que nunca forma encontradas. Se a inteligência americana é tão eficiente assim (ao menos nos filmes, e quem sabe somente neles…), porque procuraram por tanto tempo nos lugares errados? E nenhum rastro, nenhuma evidência, nada… até os dias de hoje. Somente avisos, ameaças e acusações.

Por isso acho que vale assistir esse filme "Fair Game", como passatempo, mas também com um olhar crítico, mesmo levando em conta que é um olhar apenas de uma das partes, como menciona a crítica do site Portal Cinema:

 

"A narrativa de "Fair Game" não é politicamente neutra ou factualmente correta porque assenta a sua análise dos acontecimentos numa visão extremamente unitária sobre este controverso caso, no entanto, isto não invalida o fato de estarmos perante um interessante thriller político que nos oferece uma visão unitária mais credível sobre o Caso Plame e uma análise, astuta e acutilante, sobre vários temas controversos."

 

A agente da CIA, Valerie Plame Wilson e seu marido Joe foram vítimas de uma trama de traição digna de virar (e virou) um livro e uma trama de espionagem e traição de Hollywood. O (bom) filme "Fair Game", conta a história dos bastidores do "sem porque" da invasão do Iraque pelos EUA.

A "vocação" de polícia do mundo, mais uma vez vem a tona numa história baseada em fatos, que o cinema americano tão bem está acostumado a filmar.

 

Trailler Fair Game (Jogo de Poder)

O filme (de 2010), baseia-se "nas memórias de Valerie Plame, relatados no livro "Fair Game: My Life as a Spy, My Betrayal by the White House", onde Valerie (interpretada pela atriz Naomi Watts), agente da CIA teve sua carreira destruída e seu casamento levado até o limite quando sua identidade secreta é revelada por motivos políticos, por um gabaritado jornalista de Washington. Valerie foi a responsável por conduzir a investigação sobre a existência de armas de destruição em massa no Iraque, para justificar a invasão americana ao país.

Seu marido, o diplomata Joseph Wilson (Sean Penn) escreveu um editorial para o jornal New York Times, no qual alega que a administração do presidente George W. Bush manipulou informações de relatórios sobre a existência de armas de destruição em massa no Iraque, de forma a justificar a invasão. Como

retaliação Valerie Plame (Naomi Watts), esposa de Wilson e agente secreta da CIA, passa a ser ameaçada por agentes da Casa Branca de ter sua identidade revelada.

 

Foi o único filme americano a competir pela Palma de Ouro no Festival de Cannes 2010.

A condenação de Scooter Libby (que na época trabalhava na Casa Branca), meio que acabou em meia pizza graças aos panos quentes que George Bush jogou, que por meio de sua influência como presidente, acabou amenizando a pena dele. Richard Armitage admitiu em 2006 que também foi uma das fontes do vazamento de informações de dentro da CIA.

Por fim, eis o Fair Game, o qual o Irã, na figura do presidente Mahmoud Ahmadinejad, parece ter sido sabotado por um supervírus infiltrado no sistema que está sendo construido para o tal uso pacífico da tecnologia atômica e do tal yellowcake². E a queda de Gaddafi parece ser uma questão de tempo. O filme retrata uma versão dos bastidores antes da queda de Sadam e da Guerra do Iraque, será que vem mais material para outros filmes pela frente??

A polícia do mundo já está pronta para agir (04/03/2011):

“Dois navios carregando aproximadamente 1.300 fuzileiros navais dos EUA aportaram nesta sexta-feira, 4, em uma base naval na ilha de Creta, na Grécia, informou a Marinha americana. O deslocamento de tropas é parte do reposicionamento militar dos EUA perto da Líbia.” (3)

 

Esperemos Paz no mundo, transparência e serenidade no relacionamento internacional… mas não para agora… mas para breve, quem sabe. A esperança não pode morrer e nem ser traída.

 

 

 

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1 – Segundo informações pela web, apurou-se que genocídio foi financiado, pelo menos parcialmente, com o dinheiro apropriado de programas de ajuda internacionais, tais como o financiamento fornecido pelo Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional sob um Programa de Ajuste Estrutural. Estima-se que 134 milhões de dólares foram gastos na preparação do genocídio em Ruanda — uma das nações mais pobres da terra — com 4,6 milhões de dólares gastos somente em facões, enxadas, machados, lâminas e martelos. Estima-se que tal despesa permitiu a distribuição de um novo facão a cada três varões Hutus.  (fonte: Wikipedia)

 

2 - Yellowcake é um material composto de urânio, já livre de impurezas, que serve para fins de produção de energia nuclear, obtendo nesse processo entre 70 % e 80 % de urânio puro.

 

 

 

Notícias relacionadas ao assunto geral:

- Irã aumentou atividade nuclear apesar de sanções, diz AIEA

- Ação militar na Líbia necessita apoio internacional

- Militares americanos desembarcam em ilha grega próxima à Líbia  (3)

WikiLeaks: o Dossiê Pelicano no ventilador da internet

Quando surgiu essa polêmica notícia de que um site havia divulgado documentos confidenciais da diplomacia americana, na hora me veio a mente meio que a história do filme Dossiê Pelicano (baseado no livro de John Grisham, editado entre nós pela Rocco), com Julia Roberts, Denzel Washington, Sam Shepard e outros.

No filme acontecem assassinatos, sem solução, de pessoas do alto escalão da magistratura. A personagem de Julia investiga e prepara um dossiê contendo as suas opiniões e estudos sobre os autores e motivações desses crimes. Ela chega a uma surpreendente conclusão e, nas mãos erradas, as informações daquele documento significariam uma revolta na política do país.

Assim, quando Darby vê que a sua vida corre perigo e tem apenas ao seu lado Gray Grantham, um jornalista, ele passa a ajudá-la a tentar solucionar e tornar públicos os esquemas de corrupção e poder por completo.

Um bom filme de suspense com ação na medida certa e um pano de fundo que sempre retorna… as coisas escondidas. A sujeira varrida para baixo do tapete.

É possível, bem provável e dado como certo, que praticamente todas as nações tenham algo assim, documentos mais sensíveis, indesejados de serem tornados públicos.

O WikiLeaks, porém é responsável pelo vazamento de 250 mil telegramas secretos da diplomacia norte-americana,  se restringindo ao país que patrulha o mundo: o poderoso EUA.

O governo e os políticos americanos se colocam na posição de supremacia além de suas fronteiras e isso é visto em inúmeros eventos e acontecimentos (no governo Bush), como por exemplo a invasão de um país, com forças militares, atrás de material nuclear que NUNCA foi encontrado no Iraque.

Mas existe muito mais casos obscuros, como a omissão da ação americana em Ruanda (no governo Clinton) que poderia ter evitado um genocídio, entre outros… casos e governos de outros países também.

Quem se interessar em conhecer ou aprofundar especificamente sobre isso vale conferir e ler o livro de Samantha Power: "A Problem from Hell: Americain the Age of Genocide" ("Genocídio – A Retórica Americana em Questão"). Editado no Brasil pela Companhia das Letras (2004), 693 páginas.

O livro é "um estudo sobre a reação dos Estados Unidos aos genocídios ocorridos no século XX. A autora examina o massacre dos armênios pelos turcos, o Holocausto, o Khmer Vermelho no Camboja, o extermínio dos curdos no Iraque e as guerras étnicas na ex-Iugoslávia e em Ruanda. Embora o título mencione apenas os Estados Unidos, o resultado é um painel mais amplo, abrangendo os papéis desempenhados por governos, imprensa, organizações internacionais, políticos e organizações não-governamentais (ONGs) nas crises internacionais que envolvem esse tipo de crime." (1)

(1) Ler aqui, na íntegra, a resenha de Maurício Santoro para o livro "Genocídio – A Retórica Americana em Questão", de Samantha Power. (no site da PUC e no Scielo)

 

Voltando ao WikiLeaks.

Interessante ver como as posições contra e a favor vem a tona.

Assim como curioso é também o indivíduo responsável ser acusado do crime sexual de estrupro. Terá sido esse crime um evento real e concreto ou algo plantado??? Estarão todos os abusadores sexuais da Europa fichados na Interpool???

Pois nada melhor para desmoralizar uma denúncia do que desqualificar o autor da mesma. Isso até Hollywood conhece e sabe fazer com vendas nos olhos e pé nas costas, em dezenas de roteiros repetitivos de filmes.

O positivo da história é que muitos americanos mesmo tem se manifestado a favor da divulgação, dizendo que é bom para a democracia que tudo venha a tona a fim de que a sociedade possa julgar as ações do governo. Desmentindo o estigma de que "todos (americanos) pensam como um" ou que tudo na terra do Tio Sam seja reduzido à Disneylandia e a Quinta Avenida. Isso não é verdade.

Já outros americanos e pessoas por todo o mundo se referem à ilegalidade de se divulgar documentos confidenciais, pois supostamente a diplomacia é "ferida" nesse processo. Ou seja, a mentira, hipocrisia e falsidade nos relacionamentos são a tônica.

No momento Julian Assange, fundador do WikiLeaks, encontra-se preso, porém as novidades devem constinuar a ser postadas no site. Só para se ter uma idéia, até o dia 6 de dezembro de 2010 o WikiLeaks já possuia 209 endereços diferentes com os chamados sites espelho, os mirrors, cópias idênticas de suas páginas em endereços e servidores diferentes. Hoje, dois dias depois (8 de dezembro) a lista quadruplicou. Até a presente hora constam 1334 sites espelho. E os números progridem a cada refresh (veja a lista).

 

Mas nem só documentos sobre achismos diplomáticos são trazidos à tona, mas também assassinatos por engano, como o vídeo gravado pelo próprio exercito americano mostra… ou melhor, não mostrava, mas encobria, pois o vídeo foi catalogado como "secreto".

O WikiLeaks liberou um vídeo militar classificado com dos EUA onde a própria filmagem que as Forças Armadas americanas costumam fazer dos ataques descreve a execução indiscriminada sobre de uns dúzia de pessoas no subúrbio iraquiano de Bagda. Incluindo dois funcionários da agência de notícias Reuters. A Reuters tem tentado, desde então, obter o vídeo alegando liberdade de ato da informação, sem sucesso desde a época do ataque. O vídeo filmado de um helicóptero Apache (já está no youtube) mostra, rajadas de metralhadora disparada em direção à pessoas que sairam de uma van para socorrer um dos jornalistas que se encontrava ferido pelo primeiro ataque. A van é literalmente fuzilada e as pessas mortas, logo após a voz no vídeo de um provável m ilitar americano diz que havaim também crianças dentro da van, que foram gravemente feridas (senão mortas). O vídeo mostra claramente a execução covarde de um empregado da agência de noticias Reuters e das pessoas que tentavam lhe socorrer. Duas crianças, que aguardavam no carro, foram feridas seriamente. Todas as pessoas baleadas estavam desarmadas e não realizam movimentos ofensivos, como mostra claramente o vídeo, na melhor política de atirar primeiro e ver o que acertamos, depois.

*atualizando: O Youtube “fechou” o video, classificando-o como restrito aqui:

http://www.youtube.com/verify_age?next_url=http%3A//www.youtube.com/watch%3Fv%3D5rXPrfnU3G0%26feature%3Dplayer_embedded

 

Mas o site consegue transmití-lo aqui:

http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.collateralmurder.com/&prev=/search%3Fq%3DWikiLeaks%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26hs%3DmdH%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26prmd%3Divnl&rurl=translate.google.com.br

O socorro ocorre entre o nono minuto de vídeo (aprox. 9:32 ou um pouco antes para compreender melhor a cobertura, culminando com o fuzilamento covarde aprox aos 11:00) e nos minutos seguintes onde mencionam “civilian” e “kids” (aos 17:47). Quando um pouco antes um soldado corre com o corpo de uma das crianças nos braços, na tentativa de socorrê-la.

* (como são vários minutos de vídeo e o mesmo parece estar sendo derrubado constantemente, deixarei abaixo os screens do mesmo, atualizando com um link para o vídeo, assim que for possível).

 

 

“Uma pessoa era ferida e rastejando afastado, mas o grupo do helicóptero manteve-o em suas vistas, incitando o alcangar para uma arma, de modo que pudessem abrir o fogo outra vez.”

 

 

 

 

 

 

(extraído deste espelho)

*   *   *   *

Se são mentiras desse tipo que tentam ser encobertas por muitos, então…

Vida longa ao WikiLeaks !!!!

FBI agindo secretamente no Brasil ?!

 

FBI - observando

Mais uma vez essas notícias de ingerência diante dos outros países, atuando como se fossem a “polícia do mundo”, cria justamente o efeito contrário do que supostamente se objetiva. No Brasil não é novidade, desde o governo Vargas, onde o monitoramento misturou-se à política interna da época do totalitarismo.Não bastando também a instalação de bases militares “estratégicas” em vários países do mundo. Pra que?

Enfim, não sei de onde vem essa coisa americana de procurar chifres em cabeça de cavalo e caso não consigam encontrar, fabricam um. Caso concreto, onde mediante interesses, financiaram e providenciaram armamentos para guerras locais,  que eram do seu interesse e depois a coisa fugiu do controle. Será que não percebem que a imagem americana está estereotipada mundo afora e que ações “secretas” só fazem piorar. Pobre ego do Tio Sam, devem “se achar” mesmo.

 

Com informação de "isca", FBI investigou 12 pessoas no Brasil

Entre os investigados, está um árabe que falou de fazer negócios com a fonte.

O FBI, a polícia federal norte-america, confirmou em documento que o radialista Harold "Hal" Turner veio ao Brasil como seu informante e, como resultado da viagem, 12 pessoas foram investigadas, informa Sérgio Dávila em reportagem publicada neste domingo na Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).

Segundo a reportagem, os nomes dos investigados foram enviados à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília e à unidade antiterror na sede, em Washington.

No documento, apresentado a um tribunal de Nova York, um agente do FBI Stephen Haug elogia a atuação do informante no Brasil. Entre os 12 investigados, está um árabe que falou de fazer negócios com a fonte.

No domingo passado, a Folha revelou que Turner se encontrou em Curitiba com o sírio naturalizado brasileiro Mouthi Ibrahim, presidente da Sociedade Árabe Brasileira. Procurado pela reportagem, ele confirmou o encontro, mas negou o teor da conversa conforme narrada por Turner e, agora, pelo agente.

O informante e o agente do FBI não podem falar sobre o processo, que está em segredo de Justiça em Nova York. Procurada, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília disse apenas que não tem informações adicionais sobre o caso.

Folha de S. Paulo – 13/11/2009

 

 

 

Conferir:

FBI mandou "isca" ao Brasil para mapear extremistas

Ex-chefe do FBI: A polícia brasileira é nossa

CRUELDADE ANIMAL

Um inquietante olhar do  comércio chinês da peles de animais.

crueldade com animais

“A China, grande exportadora, fornece mais do que a metade dos vestuários originários da pele de animais, postos à venda nos lojas caras e chiques dos Estados Unidos”.

Quantos produtos que consumimos cuja origem sequer temos idéia de onde vem e de como são produzidos? Quando isso diz respeito a algum produto oriundo de animais, isso tem um preço maior para eles. Eis uma ponta do iceberg de coisas erradas no mundo.

O homem é o lobo do homem e de tudo mais que estiver diante de si.

[http://www.mediapeta.com/videoplayer/video.swf?v=fur_farm_high<br /><a href="https://secure.peta.org/site/Advocacy?cmd=display&page=UserAction&id=3191">Pledge to go fur-free at PETA.org.</a>]

(Assista on ou faça o download do vídeo acima: Quicktime | Windows Media. Pois o vídeo foi retirado do Youtube)

Observadores fizeram explorações nos campos chineses da província de Hebei e o que foi encontrado (e filmado) foi que muitos animais são abatidos com requintes de crueldade que um naista teria.

Muitos, ainda vivos, são amarrados em suas partes traseiras ou dependurados pelos pés ou caudas. Se esforçam desesperadamente enquanto os indivíduos literalmente os esfolam, retirando sua pele, para o que chamam de “corte limpo”.

Quando a pele é finalmente retirada, os animais são jogados e empilhados ainda vivos, em meio ao sangramento de suas feridas.

“Alguns estão ainda vivos, respirando em arfadas ásperas e piscando lentamente. Algum do animals’ os corações ainda estão batendo cinco a 10 minutos depois…”

Um observador de uma entidade de defesa dos animais gravou um cão em meio ao amontoado das carcaças, que ainda teve força suficiente para levantar sua cabeça e dirigir seu olhar fixo, ainda piscando e ensanguentado para a câmera.

Antes de serem despelados, os animais são puxados de suas gaiolas e jogados ao chão. Indívíduos armados de hastes de metal e facas, batem em suas cabeças, quebra-lhe os ossos, levando-os a convulsões mas ainda não a morte.

Os investigadores/observadores que excursionavam pela entidade suiça de proteção aos animais (EAST), foram logo obstruídos de gravarem, porque a visita local é proibida a estranhos.

Não há nenhuma lei que regulamente explorações de pele animal na China. Os fazendeiros podem criar animais para chacina.

Os investigadores encontraram horror além do imaginável e concluíram:

“As condições da exploração chinesas de pele animal, faz uma zombaria dos padrões mais elementares da proteção animal. Em suas vidas e em suas mortes indizíveis, estes animais foram negados até mesmo dos atos mais simples da bondade.”

Nestas explorações agrícolas, as raposas, os visons, os coelhos, e outros animais passeiam e tiritam nas gaiolas expostas ao ar livre do fio. Expostos à chuva, noites de congelação e em outras vezes, ao sol abrasador.

Com a globalização do comércio de pele é impossível saber exatamente de onde os produtos vêm. A China fornece mais do que a metade dos vestuários originados de pele animal, que são importados e vendidos nos Estados Unidos.

Mesmo se uma etiqueta do vestuário da pele diz foi feita em um país europeu, os animais provavelmente foram levantados e slaughtered em outra parte possivelmente em uma província chinesa não regulada pela lei.

A única maneira de impedir tal crueldade inimaginável é nunca usar produtos originários de pele animal.

Fonte: http://www.peta.org/feat/ChineseFurFarms/index.asp

* PETA trabalha com a educação pública, as investigações crueldade, pesquisa, resgate de animais, legislação, eventos especiais, a participação de celebridades e campanhas de protesto.

Assuntos relacionados:

- “The Cove – O massacre dos golfinhos”

Shark finning

- Crueldade animal na China