Conversations with god

 

Compartilhando a dica de mais um filme que me parece ser interessante, apesar de não ser nenhum lançamento ou novidad (já que é de 2006). Apesar da data, ao menos para mim é novidade e pretendo assistir como se fosse um “lançamento”, pois antes eu nada vi a respeito desse filme. Alguém por acaso já assisitiu?

 

Filme - Conversations With God (2006)

 

Algumas reflexões lançadas pelo filme:

- Você acredita em Deus?
- O que você pensa a respeito de Deus?
- Quer conhecer um história real, bem produzida, que com certeza vai mudar a maneira como você vê o mundo?
- Ou na pior das hipóteses ao final do filme vai fazer com que se sinta alegre, leve, se sentindo uma pessoa melhor e com aquela sensação de quero mais…

 

Sinopse:

“Adaptação do livro de Neale Donald Walsch, que inspirou e mudou a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo, Conversando com Deus conta a história de quando, no pior momento de sua vida, Walsch (Henry Czerny), fez a Deus algumas perguntas bem difíceis. Dentro de cada um de nós há uma voz que fala a verdade. As respostas que ele recebeu de Deus se tornaram a base de um livro internacionalmente reconhecido, que já vendeu mais de 7 milhões de cópias em 34 idiomas. O filme narra a jornada de poucas e boas de Walsch que inadvertidamente se tornou um guia espiritual. Um filme que vai mudar a sua vida.”

Quem já assistiu lança mão e desafia a quem ainda não assistiu a ver e não gostar. Será mesmo?  ;-)
Como eu ainda não vi, já o coloquei na minha lista… Parece que vale a pena procurar nas locadoras para assistir nesse feriado. E você já viu? Deixe aqui a sua impressão.

Shalom,
Guto Santos

 

 

 

 

 

Site oficial do filme: (bem bacaninha) em inglês:

-   http://www.cwgthemovie.com/

Escritores da Liberdade (Freedow Writers)

Mesmo não sendo uma “novidade”, mesmo não sendo nenhum lançamento, penso que vale a pena comprar o livro e ver o filme, mas não esqueça: Liberte-se!!  :)

 

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O filme “Escritores da Liberdade”, baseado no livro de mesmo título (que reúne textos e poemas de seus alunos do ensino médio, de uma escola em Long Beach, Califórnia), escrito pelos Escritores da Liberdade e Erin Gruwell. Narra a trajetória da professora de inglês, Erin Gruwell, vivida no filme pela atriz Hilary Swank. Ela vive Erin, a professora idealista que provoca e intermedia uma mudança no mundo dos seus alunos quando guerras de gangues raciais estavam em alta graças à expansão do hip hop pela MTV. E assim, utilizando de métodos nada convencionais, a professora leva jogos e dinâmicas de inclusão, passeios fora da cidade, e leitura de livros alternativos, despertando assim o interesse pelo estudo e derrubando aos poucos, barreiras de preconceito entre eles. Eis uma verdadeira pedagogia libertadora, penso que o professor Paulo Freire ficaria muito feliz após assistir esse filme.

 

 

Assisti ao filme depois de uma breve dica, como gosto de conferir filmes, fui conferir e gostei bastante. É um filme honesto e simples, boas cenas e bom roteiro. Especial, sem ter efeitos especiais e a tradicional ‘pirotecnia’ americana. O filme é um daqueles que inspiram e emocionam, sem ter o apelo piegas do ufanismo estadunidense… a professora Erin Gruwell realmente é "gente que faz". É uma boa, simples adaptação e bem cuidada adaptação (que não precisava mesmo de nada além do que foi feito), que pega carona na tradição de filmar "baseado em fatos reais". Alguns ex-alunos inclusive participam do filme como atores:

- Scott Glenn (Steve Gruwell)
- Imelda Staunton (Margaret Campbell)
- Patrick Dempsey (Scotty Casey)
- Mario (Andre)
- April Lee Hernandez (Eva)
- Robert Wisdom (Dr. Carl Cohn)
- Jonh Benjamin Hickey
- Pat Carroll (Miep Gies)
- Hunter Parrish (Ben)

Erin Gruwell e os Escritores da Liberdade - 2006

(Erin e os Escritores da Liberdade)

Algumas cenas do filme tocaram-me fundo de uma forma diferente de quando assisti, por exemplo, "Ao Mestre com Carinho", com o Sidney Potier e "Sociedade dos Poetas Mortos", com o Robin Williams. É um outro "tipo" de filme, que lembra-me um pouco a frase que gosto do padre Champagnat, fundador dos irmãos maristas, que se refere a "amar o que o iniciante ama…". Dar importância (verdadeira) ao o que é vital para o outro a fim de conseguir adentrar "honestamente", no universo do próximo. Deu uma pontinha de vontade de voltar para dentro de uma sala de aula…

 

Erin - filme

O intuito desta ação era fazer com que os alunos – em sua maioria envolvidos em gangues e considerados sem futuro pela sociedade – escrevessem sobre suas experiências de viverem em guerra e assim, terem a chance de poder mudar o final da história, reconhecendo que são capazes de fazerem o que querem e não o que lhes foram imposto.

 

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERA (aluna dá seu testemunho de inclusão)

 

De tudo isso várias aberturas se deram, inclusive originou um novo relato escrito, desta vez com dezenas de outros educadores que foram selecionados para contribuir com suas histórias para um novo livro:  “Esperança no Ensino” (Teaching Hope: Stories from the Freedom Writer Teachers and Erin Gruwell). Lançado pela Fundação "Freedom Writers", este livro reúne relatos e ensaios sobre as experiências dos professores e sua luta para alcançar seus alunos todos os dias. "É realmente um livro sobre a perseverança nesta profissão". Sem dúvida um belo fruto da perseverança. A "Freedom Writers Foundation" foi criada por Erin Gruwell, que iniciou a fundação para ensinar métodos de ensino para os educadores a fim de melhorar o desempenho acadêmico de seus estudantes.

Erin - teach1

 

 

Erin e os escritores (Erin e alguns dos Escritores da Liberdade)

 

 

 

erin-gruwell-color-2005-photoshop(Erin Gruwell)

 

 

 

Freedom-Writers (Erin, Hilary Swank e os Escritores da Liberdade)

 

Já em nossas terras tupiniquins onde o papel do professor tem sido extremamente diminuído no decorrer destas décadas, resta-nos depararmos com os extremos … caríssimas escolas particulares bilingues de um lado e as escolas estaduais e municipais sucateadas de outro. Triste situação que passa a educação em nosso país. Porém é preciso que não se perca a tenacidade e a esperança, pois somente através dela é possível a formação de pessoas com senso de civilidade, de cidadania, abertas assim aos valores mais altos que a sociedade brasileira tanto necessita em todos os níveis.

 

Enfim, é um filme que deveria ser assistido por todos aqueles que se importam com o futuro da educação e o amor do ato de mediar o conhecimento e transmitir valores humanizadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

Para continuar a reflexão:

- A Esperança na Educação da Boa Vontade

- Educação: Juventude e Drogas

- A pedagogia é uma jabuticaba?

- “Conhece-te a ti mesmo” – Eu e o Espelho

- The Blind Side – O Lado Cego (‘Um Sonho Possível’)

The Cove – o massacre dos golfinhos em Taiji

 

O já premiado documentário “The Cove” (“A Enseada”), de uma hora e meia dos ativistas do OPS (Oceanic Preservation Society), denuncia corajosa e escandalosamente o massacre frequente de milhares de golfinhos em Taiji, no Japão. Faz pensar um pouco sobre o ativismo das entidades tradicionais de grande renome, como o Greenpeace, por exemplo. Tal o silêncio a respeito dos fatos aqui documentados.

“É a indústria do cativeiro que sustenta o massacre”

 

A narrativa retoma a “época de ouro” onde os golfinhos são assim por dizer apresentados ao mundo através da série de tv Flipper, que nos anos de 1964 humanizou o cetáceo inteligente, despertando o desejo das pessoas. Tendo um remake numa outra série de 1995 a 2000. Em ambos os casos um golfinho “nariz de garrafa”, conhecido também por golfinho “roaz corvineiro” (Tursiops truncatus). A mais famosa econhecida espécie de golfinhos do mundo, sem dúvida.

Em alguns lugares do mundo são intencionalmente capturados para a obtenção de comida ou simplesmente porque os pescadores acreditam que os golfinhos-nariz-de-garrafa estão competindo com eles e prejudicando a sua pescaria. (Oeste da África, norte do oceano Índico, Japão, Mar Negro, Sri Lanka, Peru, e em diversos outros lugares). São ameaçados também pela captura acidental em redes de pesca e pela captura intencional indiscriminada para o cativeiro. Em muitos lugares do mundo os golfinhos-nariz-de-garrafa são mantidos em cativeiro para apresentação pública de espectáculos acrobáticos. Infelizmente Taiji é um dos maiores exportadores mundiais de golfinhos para todas as finalidades. O documentário confronta e desnuda a hipocrisia, a ignorância e o perfil imperialista das autoridades japonesas.

A venda da carne contaminada com altos níveis de mercúrio sequer é recomendada ao consumo, pois o mercúrio é uma das mais letais substâncias não radiotivas existentes no mundo.

 

Quem assistir o documentário saberá porque a vida dos golfinhos não é compatível a uma domesticação no mais espaçoso ou “confortável” cativeiro. O que aliáis deveria ser extendido a todo animal, cetáceo ou não. Tendo algo semelhante também acontecido com as baleias Orca, “Free Willy”.

the cove

“A Oceanic Preservation Society (OPS) apresenta o seu primeiro documentário, The Cove, uma análise dos nossos oceanos e os nossos corações. Um massacre anual de golfinhos em uma enseada secreta em Taiji, no Japão sugere um microcosmo de uma imagem maior, o desrespeito do homem para a vida.

O tema amplia – Instalações de queima de carvão se multiplicam em todo o planeta, levando a altos níveis de mercúrio em frutos do mar, fonte primária do homem de proteína. Louie Psihoyos, reconhecido como um dos mais proeminentes do mundo ainda fotógrafos, estréia seu talento cinema neste longa-metragem documentário sobre os oceanos. Através da fotografia, ele se estabeleceu como um dos visionários mais prolíficos e profundo e os observadores sociais. Ele tem circulado o mundo dezenas de vezes para a National Geographic Magazine em missões fotográfico há 18 anos. Sua imaginação, inteligência e telespectadores guia icônico imagens através de questões complexas.

Ao longo da história, temos histórias de golfinhos salvando os seres humanos. Na Grécia Antiga, era um crime punível com a morte de prejudicá-los. Com este filme OPS esperanças para salvar golfinhos, e finalmente … a nós mesmos. A Oceanic Preservation Society é uma organização sem fins lucrativos dedicada a aumentar a sensibilização ea criação de medidas para melhorar a condição dos nossos oceanos.”

 

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Quando puder assistir, assista. E se algo estiver ao seu interferir, interfira.

 

Atualizado em 22/12/2009:

 

Salve os golfinhos de Taiji

 

Mais sobre o assunto:

 

- “Taiji defende caça a golfinhos mostrada em documentário” (22/11/2009)

 

Golfinhos – Sea Shepherd – Salvando golfinhos

Campanha em Defesa aos Golfinhos de Taiji  (Flickr)

Início da caça aos golfinhos reabre polêmica no Japão

Filme sobre golfinhos causa revolta no Japão

Surfistas protestam em Taiji contra massacre de golfinhos

Caça Aos Golfinhos

Manifestações nas embaixadas do Japão

Massacre de Golfinhos no Brasil (Jornal Nacional)

Film explores dolphin hunts

Blog do Sea Sheperd sobre o documentário

Navios baleeiros japoneses equipados com dispositivos acústicos
(Os baleeiros da frota estão equipados com dispositivos acústicos Long Range (LRAD). Esta é uma arma militar que envia ondas sonoras de alta freqüência concebidas para desorientar e eventualmente incapacitar. As ondas sonoras provocam desorientação e náusea)

Baleias estão cantando de forma cada vez mais complexa
("…É ainda mais notável porque acontece em diferentes oceanos. São populações distintas, mas todas mostram uma mudança comum…")

 

 

Relacionado: Neste blog – “Crueldade Animal”

“Agostinho, o Declínio do Império Romano” – filme

Em breve será lançada oficialmente a série: “Agostinho, o Declínio do Império Romano” (“Augustine, The Decline of the Roman Empire”), minissérie de 2009, em duas partes sobre a vida de Santo Agostinho. O Papa Bento XVI já assistiu, no início do mês, em Castelgandolfo e inclusive lhe dedicou uma de suas teses de doutorado.

A projeção rolou em uma sala especialmente preparada na residência de Castel Gandolfo para acolher um pequeno número de pessoas, incluindo membros da produção do filme e a diretoria da Rádio e Televisão Italiana, RAI.

Após a projeção de uma prévia do filme sobre a vida do Doutor da Igreja, Bento XVI comentou que “nós não podemos encontrar sozinhos a Verdade, mas a Verdade, que é Pessoa, nos encontra”.

Após o término da projeção, Bento XVI elogiou o trabalho do diretor Duguay e afirmou que o filme

“representa toda a realidade da vida humana, com todos os problemas, as tristezas, os insucessos, bem como o fato de que, ao final, a Verdade é mais forte que qualquer obstáculo e encontra o homem”.

“De fora, a vida de Santo Agostinho parece terminar de modo trágico: o mundo pelo qual e no qual viveu acaba, é destruído. Mas como foi dito aqui, a sua mensagem permanece e, ainda com as mudanças no mundo, perdura, porque vem da Verdade e conduz para a Caridade, que é o nosso destino comum”,

declarou Bento XVI.

Ao final, o pontífice agradeceu aos organizadores da projeção e disse esperar que a obra seja vista por muitas pessoas, de forma que, “vendo este drama humano, todos possam ser encontrados pela Verdade e possam encontrar a Caridade”.

A vida do santo, seus excessos e transgressões, até a crise existencial que o levou à conversão, são narrados pelo próprio Agostinho, ancião. Sediado em Hipona, o doutor da Igreja faz uma resenha de sua tormentosa juventude, e recorda sua mãe, Santa Mônica, como guia da salvação, num clima de ação e espiritualidade, em plena crise do Império.

O diretor do filme, o canadense Christian Duguay, é conhecido por ter dirigido filmes como “Joana D’Arc” (1999), “A arte da guerra” (2000), “Screamers” (1995) e “Hitler, a ascensão do mal” (2003). A minissérie é produzida Lux Vide, que já financiou séries como “A Bíblia” (emitida na Espanha por Antena 3) e “Don Matteo” (as aventuras de um sacerdote detetive). (CM)

O ator Franco Nero dará vida ao santo na velhice, enquanto Alessandro Preziosi (ator de teatro, especialista em Shakespeare) o recriará durante sua tormentosa juventude.

A série começa com o idoso Agostinho recordando sua vida pouco antes de morrer, assediado em Hipona, em 430, pelos exércitos vândalos. Narra-se, assim, a vida do santo, seus excessos e transgressões, até a crise existencial que o levou à conversão, no marco do colapso do Império Romano. Em Hipona, onde viria a ser sagrado bispo e escreveria sua regra.

Outro papel destacado é o de Santa Mônica (Monica Guerritore), como guia da salvação do seu filho.

A minissérie se contextualiza no projeto Imperium, da produtora italiana Lux Vide, propriedade da família Bernabei. Lux Vide é muito conhecida por ter produzido séries como “A Bíblia” (emitida na Espanha por Antena 3) e “Don Matteo” (as aventuras de um sacerdote detetive do estilo do Pe. Brown, de grande êxito em vários países).

Dentro deste projeto, no qual se encontram trabalhos como “Augusto” e “Pompeia”, está prevista a produção de uma nova versão de “Bem-Hur”, que também será dirigida por Christian Duguay, em colaboração com outras produtoras americanas.

Fonte:

- Site Oficial – “Augustine, The Decline of the Roman Empire”

- ZENITRádio VaticanaSacraMusic

Madre Teresa – filme

Madre Teresa
(“Mother Teresa of Calcutta”)

Madre Teresa

Informações Técnicas:
Título no Brasil:  Madre Teresa
Título Original:  Mother Teresa of Calcutta
País de Origem:  Espanha / Inglaterra / Itália
Gênero:  Drama
Tempo de Duração: 115 minutos

dvd-madre

 

Fazer um filme sobre uma figura religiosa, particularmente se a pessoa envolvida está ainda viva ou recentemente falecida (como é o caso) nunca é fácil, pois se cria uma expectativa no resultado da narrativa e demais fatos ainda mais quando se é uma das personalidades proeminentes do final do recente século passado e já tendo sido declarada bem aventurada pela Igreja Católica. Este filme, com o equilíbrio de uma simplicidade narrativa, conseguiu contornar a pieguice que existe em muitos filmes religiosos. Retrataram os fatos a fim de que a personalidade da mãe das missionárias da caridade pudesse ser um pouco mais conhecida, não somente revelando sua fé, força, perseverança, seu carisma e sacrifício heróico, como também seus momentos de dúvida, fraqueza, escuridão e vulnerabilidade. Olivia Hussey faz um trabalho magnífico em um papel muito difícil. A produção é muito bem cuidada. Há poucos filmes religiosos realmente grandes. Segundo comentário do site IMDb, este poderia ter sido um deles. A estrutura do filme é excelente, porém num todo, as vezes pode se ter uma impressão de um encadeamento de fatos um tanto confuso, pois os produtores tentaram incluir demasiadamente muitos incidentes, e talvez como conseqüência o storyline possa demonstrar estar faltando algo para o expectador sedento que mergulhe mais na história, mas nem de longe algo que comprometa o filme como um todo.

O site do IMDb destaca a informação de que "o tempo running italiano é 180 minutos, quase 40% mais longo do que a versão da língua inglesa. Talvez o problema encontre-se com a edição, e a versão mais longa faça um trabalho muito melhor. Tudo que eu posso dizer é que se optou trazendo alguns bocados do poço da história de Madre Teresa, ficando bem melhor que tentar algo demasiadamente mais longo.

A presente versão dublada é a de língua inglesa com 1 hora e 55 minutos. Ou seja, nunca um filme biográfico retrataria a integralidade da história vivida, seria ingenuidade pensar assim. Apenas estimula a percepção de como deve ter sido este e aquele fato e de certa forma se oferece a atualizar a sensibilidade de quem assiste servindo assim como um aperitivo da verdadeira caridade que vai de encontro aos necessitados, eis a mística. Sem dúvida um bom filme que faz pensar e para quem busca o bem comum, mesmo que não compartilhe uma crença em comum, vale a pena assistir “desarmado”, pois a vida de Agnes Gonxha Bojaxhiu é uma história bonita, cativante e de simplicidade que chega, por vezes, a incomodar.

(alguns trechos do filme sobre a vida de Madre Teresa)

 

(Madre Teresa em uma de suas últimas entrevistas e alguns depoimentos)

 

 

 

outras informações:

- Prêmio Nobel da Paz em 1979 – biografia (em ingles)

- alguns segundos de uma canção do filme

- site oficial da causa da canonização

- O que é um santo? / Qual o significado de uma beatificação e uma canonização.

Filme – A Era do Gelo 3 – (Ice Age 3: Dawn of the Dinosaurs, 2009)

Estréia – EUA-Brasil: 01 de Julho de 2009
De olho: Faltam 5 meses e 25 dias
Estúdio: 20th Century Fox
Direção: Carlos Saldanha
Roteiro: Michael Berg, Peter Ackerman
Produção: Lori Forte, John Donkin

Um bom programa para se divertir, seja em família ou com os amigos. Já existe inclusive uma sinopse rolando, mas como contém muitos spoillers, vale a pena se deixar ser surpreendido na hora da exibição, assim fica mais gostoso curtir ao assistir. Esse é o terceiro curta de animação da série “A Era do Gelo” acaba de ser divulgado pela Fox Animation. Estrelado pela preguiça Sid, “Surviving Sid” narra uma atrapalhada excursão escolar chefiada pelo carismático animal. O curta será veiculado junto as cópias do DVDHorton e o Mundo dos Quem!”. Confira aqui, pelo Worstpreviews.

O primeiro curta baseado na “Era do Gelo” se chama “Gone Nutty” e acompanha o primeiro DVD da série. O segundo, “No Time For Nuts“, segue junto ao disco “A Era do Gelo 2”. Com estréia aguardada para primeiro de julho de 2009 nos cinemas brasileiros, “A Era do Gelo 3” tem direção do brasileiro Carlos Saldanha, que comandou o segundo filme e co-dirigiu o original.

No elenco temos Chris Wedge (“Horton e o Mundo dos Quem!”) como o esquilo Scrat; John Leguizamo (“Fim dos Tempos”) na voz do tagarela bicho preguiça Sid; Ray Romano (“Um Funeral Muito Louco”) vivendo o rabugento mamute Manfred; Queen Latifah (“Jogo de Amor em Las Vegas”) como Ellie, a mamute namorada de Manfred; e Denis Leary (“Assassinos por Natureza”) como o valente tigre dentes-de-sabre Diego.

E já existem as prévias rolando no YouTube. Impossível deixar de assistir a esses minutos cativantes:

Fonte: Cinema com Rapadura

Filme – The Jane Austen Book Club – 2007

* Gênero: Drama, Romance – EUA

* Direção e Roteiro: Robin Swicord

* Elenco: Jimmy Smits (Daniel Avila), Maggie Grace (Allegra Avila), Marc Blucas (Dean Drummond), Maria Bello (Jocelyn), Kathy Baker (I) (Bernadette), Amy Brenneman (Sylvia Avila), Emily Blunt, Kevin Zegers (Trey)

* Site Oficial: http://www.sonyclassics.com/thejaneaustenbookclub


cartaz

o cartaz

Aproveito para abrir 2009 com a sugestão deste filme, que apesar de não ser nenhum lançamento – para quem ainda não assistiu –  vale a pena conferir. O “Clube de Leitura de Jane Austen” é um drama romântico, leve e bem humorado, bem roteirizado e com boas falas. O mergulho nos personagens é feito na medida suficiente para nos deixar “apegar” por eles, nada muito raso, nem muito fundo.

A história, em resumo, trata-se de seis californianos que formam um grupo de leitura e discussão sobre os livros de Jane Austen, autora de “Orgulho e Preconceito” e outros famosos romances. Seis meses. Seis livros. Seis membros. Os encontros acabam revelando paralelos de experiências emocionais muito maiores.

Não é um clássico do ano, mas apresenta a teoria que indaga se o texto é que é escrito sobre o cotidiano da vida ou se a vida é mais inesperada e criativa do que qualquer texto. O ‘leitor-espectador’ é que decide no final de tudo. Mas o filme que surge como despretensioso, consegue ultrapassar a barreira do “filme-pipoca” e realmente apresentar reflexões interessantes sobre a complexa práxis do relacionamento humano. O elenco é competente e funciona bem: Maria Bello (Obrigado por Fumar), Josh Lucas (Poseidon), Ellen Burstyn (Divinos Segredos), Emily Blunt (O Diabo Veste Prada) e Jimmy Smits (Star Wars: Episódio III).

O filme busca mesclar histórias reais com a ficção de Jane Austen. Consegue seu objetivo em parte, ainda que simplifique demais as situações e os personagens, nos tradicionais estereótipos. Mas ainda assim é agradável.

Diz a lenda pela web que o livro “The Jane Austen Book Club”, de Joy Fowlers, sucesso de vendas nos Estados Unidos, já está sendo adaptado para o cinema por Robin Swicord (roteirista de “Memórias de uma Gueixa”, “Adoráveis Mulheres”, entre outros). A lenda também diz que ela  vai dirigir o filme e já escalou o elenco. Vale esperar (sentados) para conferir.  :)


Ou seja, não assista esperando algum furacão arrebatador nas telas, mas é sincero no romance de sua trama.


(trailler)


Lá fora o DVD e o Blue Ray já sairam, por aqui ainda não vi… E você já assistiu este filme? Comente o que achou dele, ou ao menos se deu vontade de assistir?!

O Santo Rebelde

Já assistiu? Eu ainda não! Mas vale a pena sem dúvida, pois D. Hélder era uma pessoa mais que cativante.  Eu cheguei  a compor um irterlúdio musical a partir um texto  que ele escreveu, mas infelizmente já não era possível falar com ele, pois, na época, já se encontrava muito doente.  Uma pena que este filme-documentário sobre Dom Hélder Camara (falecido em 1999), tenha sido exibido em estreito circuito e por tão curto tempo. Foram feitas poucas cópias por questões de orçamento, o que impediu por exemplo um real “lançamento nacional”. Um grande abraço D. Hélder!!

“Dom Hélder Câmara: O Santo Rebelde”

(trailler abaixo de 2:18min -filme completo: 74min.)
Direção: Erika Bauer
Produção: Andréa Glória
Música:Marcello Bernardi
Fotografia: André Carvalheira
Edição: Sérgio Raposo e Liloye Boubli

Existem aqueles que passam por essa vida e não passam despercebidos. Deixam muito de si, apontam a direção de forma ousada e cativante. Quem conheceu D. Hélder não o esquece. Eis que ainda hoje nos oferece momentos (aos crentes e não crentes) de reflexão da práxis da vida. Porém, como é meio atemporal, talvez ressoe futuramente por recantos onde se tenham ouvidos ao menos para ouvir. Retrata um pouco de sua participação na criação da CNBB, suas ações durante a ditadura militar, suas viagens onde palestrava sobre Justiça e Paz, além de relatos de amigos. Vale a pena pegar na locadora.

Guto Santos