Você se vacinou? OMS diz que 12 países tiveram casos de narcolepsia após vacina da gripe A.

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Você se vacinou? Eu não! Será a ponta do iceberg finalmente aparecendo? Será que não é nada demais ou será que vem mais pela frente? Varrerão para debaixo do tapete? Enfim, tudo muito difícil de prever, comprovar ou afirmar categoricamente ou cientificamente… mas mesmo assim as pessoas foram, estão sendo e recomenda-se que ainda sejam vacinadas contra a gripe H1N1, que como já foi comprovado e declarado por várias entidades de saúde internacionais, não possui maior risco às pessoas que a gripe comum (que mata também e em maior número no mundo todo e não se falou em campanhas de vacinação ou pandemias mundiais por isso).

 

Aqui o vídeo noticiado pelo MSN Video: http://video.br.msn.com/watch/video/oms-diz-que-12-paises-tiveram-casos-de-narcolepsia-apos-vacina-da-gripe-a/1gi2dlwq8

 

Narcolepsia é é caracterizada por momentos irresistíveis de sono durante o dia, onde a pessoa pode vir mesmo a cochilar por alguns momentos. Não confundir com uma sonolência comum. É considerada uma alteração neurológica, uma dissonia que requer tratamento, pois pode colocar a pessoa (e outras) em risco, dada a sua manifestação diurna. Basta imaginarmos motoristas de ônibus, de trens, operadores de máquinas, etc.

 

“A narcolepsia é diagnosticada quando uma pessoa tem repetição de dificuldades de dormir por um período de pelo menos três meses.

Para ser diagnosticada, pelo menos um dos seguintes devem estar presentes:

- Cataplexia (breves episódios de súbita perda de tônus muscular);

- Invasões do sono REM (sono REM ocorre em tempos e resultados inesperados na alucinações sono ou paralisia).”

 

Ou seja, se a OMS está afirmando que ocorreram casos em 12 países, de narcolepsia após vacinação da gripe A. É para se levar em consideração e deve ser feito até mesmo um monitoramento por parte das entidades de cada país. Infelizmente, relata-se que vem acomentendo mais as crianças. A OMS não revalou até agora o número total dos casos, apenas a abrangência nestes 12 países.

Na Finlândia, em quase 90% dos casos (52), as crianças foram vacinadas com o Pandemrix, que foi injetado em mais de 90 milhões de pessoas em 19 países durante a campanha de vacinação contra a gripe H1N1, segundo o THL (Instituto Nacional Finlandês para a Saúde).

Infelizmente muitas questões permanecem em aberto desde à época da declaração da OMS desta “pandemia” e da campanha mundial de vacinação contra a H1N1. Atualmente nada ou bem pouco se fala sobre o assunto, apesar dessa nossa era de informação globalizada, mas que também é de natureza acentuadamente efêmera apesar de tudo.

 

O que considero grave, nem é tanto esse efeito colateral em si, que não foi previsto (?!) Ou seja… mas o que mais pode não ter sido previsto???

 

 *   *   *   *   *   *   *   *   *   *

 

 

* Fonte:

 

MSN Vídeo 

Psicologia da Net 

Google Notícias

Exame.com

Estadão

eBand

*   *   *   *   *

 

* Postagens relacionadas neste blog que sugiro como leitura muito interessante para uma visão das entrelinhas deste assunto:

 

- Vacina sob suspeita

- A OMS sob suspeita

- Influenza – Resposta do Ministério da Saúde

Influenza – Resposta do Ministério da Saúde

 

Ao menos o “Fale conosco” do Ministério da Saúde está funcionando e procura responder as perguntas, esclarecendo(?!) na medida do possível. Justiça seja feita, a pergunta foi enviada e a resposta chegou. Mais que isso, só cada um tirando suas próprias conclusões sobre a questão.

 

 

 

Subject: Fale Conosco – Influenza
Date: Wed, 17 Mar 2010 14:35:59 -0300
From: gabriella.silveira@saude.gov.br
To: Guto Santos
CC: ministeriodasaude2009@gmail.com; digitalinfluenza@gmail.com

 

Pergunta:

Saudações Fernanda Scavacini.

Mediante o comentário postado no site da Folha Online. (fernanda.scavacini@saude.gov.br)
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u680960.shtml)
Eu pergunto se a vacinação da gripe A estaria realmente sobre suspeita? Não indago tanto pela mesma poder conter elemento nocivos como afirmam alguns, mas sim de se ver questionada a real necessidade de uma campanha mundial de vacinação, diante da curva e histórico da gripe H1N1, mediante comparação com estatísticas de outras doenças com maior número de óbitos.
O que foi relatado nesta postagem de blog, teria algum sentido??
http://ensaiando.wordpress.com/2010/03/15/vacina-sobre-suspeita/
Desde já agradeço a atenção de esclarecimento da questão.

Guto Santos

 

 

Resposta:

Prezado Guto,

Em todas as campanhas de vacinação, realizadas pelo mundo, surgem teorias de que estas imunizações causam sérios danos ou até morte. Porém, estes fatos não são verdadeiros. Nosso país tem tradição em campanhas de vacinação. Já erradicou doenças e diminuiu os danos causados por muitas outras. A vacina é justamente para ajudar a diminuir os males provocados por  um vírus que matou milhares de pessoas pelo mundo e, centenas no Brasil. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os principais efeitos colaterais da vacina são dores de cabeça, nos músculos e articulações e febre. São sintomas leves, que devem durar cerca de dois dias. Em casos mais raros, pode haver reação alérgica.

Mais informações:

fernanda.scavacini@saude.gov.br

Atenciosamente,
Ministério da Saúde

Gabriella Vieira

Núcleo de Comunicação Interativa

ASCOM- Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde

(61) 3315-3718

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Ainda neste blog:

Vacina sob suspeita

A OMS sob suspeita

A OMS sob suspeita

 

OMS está sob suspeita de laços com laboratórios na gestão da gripe A

Assis Moreira (Valor Online)

 

 

“Mais da gripe suína. Será que no Brasil não poderíamos acrescentar a participação da imprensa? Os laboratórios são grandes anunciantes.” (Luís Nassif, blog)

 

Valor Online (15.01.2010)

SÃO PAULO – A Organização Mundial da Saúde (OMS) está sob pressão crescente de governos e entidades na Europa, sob suspeita de colusão com a indústria farmacêutica no caso da gripe A (H1N1). Graças à venda maciça de vacinas para combater uma pandemia, os laboratórios podem obter até US$ 10 bilhões de lucros suplementares.

Enquanto a pandemia chega ao seu fim, sem os estragos previstos por especialistas, os governos acumulam medicamento e a ira aumenta sobre os gastos. França, Alemanha, Espanha, Holanda, Estados Unidos tentam revender seus excedentes ou romper os contratos feitos com os laboratórios farmacêuticos.

A situação chegou agora a tal ponto que o Conselho da Europa, que reúne 47 países do Velho Continente, abriu uma investigação excepcional sobre a influência que teria exercido a indústria farmacêutica sobre a OMS, que decretou a pandemia e a elevou ao nível mais elevado de grau de alerta, fazendo os governos se prepararem para o pior.

Na segunda-feira, o Conselho da Europa iniciará a investigação. Na quarta-feira, os laboratórios Sanofi Pasteur, Novartis, GlaxoSmithKline e Baxter serão interrogados no Senado francês. O Parlamento russo (Duma) também abriu uma investigação por “corrupção” e chegou a ameaçar se retirar da OMS.

As denúncias contra a OMS começaram a se propagar depois que um membro da comissão de saúde do Conselho da Europa, o médico e epidemiologista alemão Wolfgang Wodarg, não hesitou a fazer uma denúncia sobre “um dos maiores escândalos médicos do século”.

“Os laboratórios farmacêuticos organizaram essa psicose”. Ele questiona “laços incestuosos” entre a OMS e os laboratórios. Segundo ele, “um grupo de pessoas na OMS está associado de maneira muito estreita com essa indústria”. Para Wodarg, tudo começou com a gripe aviária de 2005-06, quando a indústria farmacêutica se comprometeu a produzir rapidamente uma vacina em caso de alerta. “Isso deu lugar a negociações entre as firmas e os governos. De um lado, os laboratórios se comprometiam a estar prontos. De outro, os governos asseguravam que comprariam tudo. No final, os laboratórios não assumiam nenhum risco econômico.”

De acordo com o jornal Tribune de Genève, um estudo do banco americano JP Morgan estima que a venda de vacinas A (H1N1) vai permitir a Glaxo, a Novartis e a Sanofi um lucro suplementar de US$ 7,5 bilhões a US$ 10 bilhões. A diretoria da OMS promete uma avaliação sobre a maneira como administrou a pandemia. Os trabalhos começam na segunda-feira. Mas Keiji Fukuda, conselheiro especial da OMS, tratou de reagir.

“Não, não superavaliamos os riscos do perigo do vírus. Não, não mudamos de definição da pandemia unicamente para agradar aos laboratórios farmacêuticos. Não, não estamos sob influência. Nós dispomos de medidas internas para evitar conflitos de interesse”. Outro problema é o vinculo entre a OMS e o ESWI, grupo de trabalho científico europeu sobre a gripe, que é financiado pelos mesmos laboratórios que são interrogados no Senado francês. O próprio modo de financiamento da OMS, metade privado, metade público, está sendo questionado por suposta opacidade.

(Assis Moreira | Valor)

 

 

Visto no blog de Luis Nassif

Fonte: Valor Online

Mais informações a respeito também em:  ODiario,info – Gripe A: OMS sob suspeita de corrupção (05.01.2010)

 

Ainda neste blog:

Influenza – Resposta do Ministério da Saúde

Vacina sob suspeita

Vacina sob suspeita

Crer ou não crer, eis a questão!

 

Quem navega pela internet sabe que ela tudo comporta, desde decapitadas teorias conspiratórias, até curiosidades que deixam interrogações. Em meio a um intervalo das notícias sobre a gripe H1N1, eis que um discurso chamou-me a atenção. Comentado por uma pessoa amiga, observei com atenção e não encontrei um relato sensacionalista ou alucinado. Pelo contrário. A monja, médica e doutora em Saúde Pública, Teresa Forcades*, apresenta uma série de visões e informações a respeito do evento gripe A. Ela apresenta um discurso embassado, com argumentação sólida, no qual cita dados científicos e enumera inconsistências do panorama atual. Explica o estranhamento e as consequências da mudança da conceituação de Pandemia, feita num pronunciamento pela diretora geral da OMS, a Dra. Margaret Chan.

 

(parte 1/6)

 

(parte 2/6)

 

(parte 3/6)

(parte 4/6)

 

(parte 5/6)

 

 

(parte 6/6)

 

 

 

Seu discurso chama a atenção pela argumentação séria de questões não explicadas e por isso mesmo exige resposta a altura das autoridades científicas e políticas, locais e mundias. Algo muito sério. Ela comenta não o uso dos adjuvantes (que são elementos comuns em algumas vacinas, que ajudam a respota imune do organismo, tornando as vacinas mais eficazes), mas dosagem dos mesmos presente na vacina o que poderia algum tipo de prejuízo ao indivíduo. Ela defende a proposta que se mantenha a calma diante da presente surto. Declaração essa também bastante similar a do pesquisador Donald Henderson, que liderou o combate e a erradicação da varíola no mundo.

Ele compara essa epidemia da gripe A com um surto de 1957. Diz ele em entrevista ao G1: (24.07.09)

 

"Creio que, no geral, todos estão fazendo um bom trabalho. Houve um certo mal-entendido no começo, porque as pessoas temiam que o vírus fosse parecido com o da gripe aviária, que pode até matar metade dos infectados, o que seria muito mais sério, ou com a da gripe espanhola de 1918. Na verdade, estamos lidando com uma epidemia muito mais parecida com a de 1957, que também causou preocupação no mundo inteiro, mas foi relativamente bastante leve. Nos EUA, por exemplo, quando se percebeu que a transmissão era sustentada em 1957, nem as aulas foram canceladas no começo do ano letivo, que era em setembro. E o resultado não teve nada de catastrófico, pelo contrário. Acredito que a situação atual é mesmo semelhante à de 1957. É como se houvesse uma tempestade cheia de relâmpagos num momento, e de repente o sol volta a brilhar logo depois. A taxa de infecção pelo vírus atual talvez continue relativamente alta por dois ou três anos, e então ele ficará idêntico ao da gripe sazonal. Creio que ele será um problema muito menor no inverno deste ano no hemisfério Norte, porque muitas pessoas já estarão protegidas, talvez até 3% da população, evitando o espalhamento dele.”

(Donald Henderson, ao G1)

 

Outro argumento da Dra. Teresa Forcades encontra respaldo no site do Ministério da Saúde, que também cita que "Gravidade dos casos da gripe A (H1N1) e da comum é semelhante". Sendo que a mortalidade pela gripe sazonal (comum) possui maior incidência que a gripe A. Ou seja, esse "vírus da gripe A possui uma mortalidade menor que o vírus comum da gripe sazonal."

 

"…o tratamento e internação deve ser o mesma para ambos os vírus”, afirmou o diretor de Vigilância Epidemiológica do MS, Eduardo Hage, em conversa com a imprensa. Não existem estudos que apontem como o novo vírus vai se comportar daqui para frente. (…) Segundo Hage, ainda é cedo para se confirmar, mas é possível que o novo vírus esteja substituindo o vírus da gripe comum. "  (idem)

 

Sendo assim, porque uma Campanha de Vacinação Mundial??? Se a gripe sazonal também possui numero alto de óbitos em pacientes com complicões prévias?! Porque outras vozes ainda não surgiram para refutar ou endossar esse posicionamento da doutora??? Eis que não é algo inverossível se afirmar de interesses escusos, pois os grandes laboratórios movimentam quantias bastante altas de dinheiro, os governos investiram grandes quantias adquirindo essas doses de vacinas, que na melhor das hipóteses sensatas, devem imunizar, mas certamente não preveem a cobertura de todas as cepas, ou possivéis (e prováveis) mutações do vírus dessa gripe.

 

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodarg, médico epidemiologista alemão, também apresenta críticas publicas contundentes. Ele afirma inclusive, “para se investigar se houve conflito de interesses entre a OMS e as farmacêuticas”. Wodarg qualificou os fatos como “o maior escândalo médico do século”, e acusou os laboratórios farmacêuticos de “terem organizado uma psicose”. E, o que é mais grave, Wodarg acusou a entidade (OMS) de manter relações impróprias com essas empresas, ao afirmar que “um grupo de pessoas da OMS está associada de maneira muito estreita à indústria farmacêutica”.  (cf. Folha Online 02 de março de 2010)

 

 

A OMS em seu site oficial possui uma seção de perguntas e respostas onde esclarece algumas questões:

 

A vacina contra a gripe é segura?

Resultados de estudos realizados até agora sugerem que vacinas contra a pandemia são tão seguros como vacinas contra a gripe sazonal. (Outcomes of studies completed to date suggest that pandemic vaccines are as safe as seasonal influenza vaccines.) Os efeitos colaterais visto até agora são semelhantes aos observados com vacinas contra a gripe sazonal. (Side effects seen so far are similar to those observed with seasonal influenza vaccines.)

 

Testes e homologação

Que tipo de teste está sendo feito para garantir a segurança? (What kind of testing is being done to ensure safety?) Porque o vírus pandémico é novo, tanto ensaios não-clínicos e clínicos está sendo feito para obter informações essenciais sobre a resposta imune e segurança. (Because the pandemic virus is new, both non-clinical and clinical testing is being done to gain essential information on immune response and safety.)

Os resultados dos estudos relatados até agora sugerem que as vacinas são tão seguras como as vacinas contra a gripe sazonal – gripe comum. (The results of studies reported to date suggest the vaccines are as safe as seasonal influenza vaccines.)

No entanto, mesmo muito grandes estudos clínicos não será capaz de identificar possíveis eventos raros que podem tornar-se evidente quando são administradas vacinas contra a pandemia de muitos milhões de pessoas. (However, even very large clinical studies will not be able to identify possible rare events that can become evident when pandemic vaccines are administered to many millions of people.) A OMS recomenda a todos os países administrar vacinas contra a pandemia de realizar um acompanhamento intensivo para a segurança e relatório de eventos adversos graves. (WHO advises all countries administering pandemic vaccines to conduct intensive monitoring for safety and report serious adverse events.)

 

Ainda simultaneamente a tudo isso já surgem notícias de procedimentos e questões financeiras suspeitas à respeito:

- Sobra de vacina contra a nova gripe causa polêmica na Europa (04.01.2010)

- EUA retiram de circulação 800 mil doses de vacina contra nova gripe (15.12.2009)
  (Imunizantes perderam entre 10% e 12% da eficácia após aprovação)

- Gripe suína: sobra de vacina causa polêmica na Europa (04.01.2010)

“França gastou US$ 1,2 bilhão com vacinas anti-H1N1, mas só 8% da população foi vacinada”. “Na Sérvia, oposição denuncia falta de licitação para compras”. Entre outras manchetes da imprensa mundial.

 

 

Resta-nos juntas as peças do quebra-cabeça e observar o caminho para onde os fios soltos conduzem para, quem sabe, visualiarmos um posicionamento mais claro diante da questão. A suspeita existe e muitas perguntas ainda não foram respondidas. Penso que antes de uma vacinação em massa (que é a meta do governo brasileiro) de vacinar "1,5 milhão de pessoas por dia", deveriam ser apresentados os devidos esclarecimentos, se é que isso é possivel. Pois omissão governamental também não é algo novo na história da humanidade.

 

Não defendo as teorias conspiratórias de que a vacina possa conter esse ou aquele elemento para um genocídio planetário, esse bla, blá, blá é tolice de arquivo X. Mas se o paralelo com a gripe sazonal se faz tão próximo, a questão da real necessidade de vacinação contra a gripe A se torna verossimel, até porque os grandes laboratórios não são casinhas de caridade, o que importa para eles é dinheiro, e quanto mais melhor. Afinal não é a primeira e nem a última vez que alguém iria lucrar com a desgraça alheia.

 

Estaria a OMS equivocada? Sabe-se que mesmo uma vacina para gripe não é definitiva e não pode cobrir prevendo todas mutações das cepas existentes. "Não existem estudos que apontem como o novo vírus vai se comportar daqui para frente". Uma coisa é certa…ele não "evaporou" da face da terra. Isso é praticamente um concenso entre os vários especialistas. Só vale recordar, apesar do quadro diferencial, que a gripe espanhola também teve uma primeira onda branda antes de ressurgir com alta mortalidade. No olhar histórico e clínico da microbiologia, podemos dizer que os grandes surtos epidemicos de influenza no mundo são de certa forma cíclicos, o que irá diferir são as condições de contenção, de repressão medicamentosa, comportamental, de higiene e etc. Mas num mundo cada vez mais globalizado os surtos possam ser mais perigosos do que aparentam. Eis um sério dilema.

Guto Santos

 

 

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* ps: Teresa Forcades é licenciada em Medicina pela Universidade de Barcelona, especialidade de Medicina Interna na Universidade de Nova Iorque, doutorada em Saúde Pública pela Universidade de Barcelona. Licenciada em Teologia pela Universidade de Harvard. Monja Beneditina no mosteiro de Sant Benet, em Montserrat, Barcelona.

 

 

Alguns links relacionados :

OMS (Organização Mundial de Saúde)

OPS (Organização Panamericana de Saúde)

Governo quer vacinar 1,5 milhão de pessoas por dia contra a nova gripe (04.03.2010)

Vacina polivalente para gripe pode chegar em dois anos, afirma epidemiologista
(entrevista com Donald Henderson, epidemiologista que liderou a erradicação da varíola no mundo)

Há poucas evidências de que vacina da gripe funcione em idosos, diz pesquisa

 

 

Neste blog: (atualizado em 17.01.2010)

A OMS sob suspeita

Influenza – Resposta do Ministério da Saúde