Condenada à morte por um copo de água

LIVRO - Asia Bibi

(capa do livro)

 

Imagino que naquedia dia poderia estar fazendo muito calor. Ela vai até o poço, tira o balde de água, enche seu copo e bebe até o fim. Depois enche de novo e oferece a uma mulher que está ao seu lado.

Com esse gesto assina sua sentença de morte! E morte por enforcamento!

 

Asia é uma camponesa cristã católica e está acompanhada de suas companheiras muçulmanas. Ao mergulhar de novo o copo no balde depois de ter bebido a água ela “conspurcou” (corrompeu, contaminou) a água.

 

Asia Bibi - e as filhas02 (Asia com as filhas)

 

 

Sendo assim como forma de “consertar” o ocorrido, as companheiras muçulmanas exigem que ela abandone o cristianismo e se converta ao Islão, tornando-se uma muçulmana.

 

Bibi se recusa e rapidamente as companheiras a acusam de blasfêmia. Alegando que ainda por cima “esta herege não baixou os olhos quando foi repreendida”. No Paquistão, “ser cristão é saber baixar um pouco os olhos”.

 

Bibi então é ameaçada e condenada a morte por causa de um copo de água. Temos a impressão de que todo o mundo está “globalizado”, mas não raro certas coisas ainda apresentam-se barbaramente primitivas.

 

 

Das vozes que vieram em seu socorro visando uma justa defesa,

 

Asia Bibi - governador assassinado

tanto o governador de Punjabe, Salman Taseer,

 

como o  Ministro das Minorias Religiosas

,Asia Bibi - ministro assassinado 

Shahbaz Bhatti – um muçulmano e o outro cristão.

 

Foram brutalmente assassinados e tiveram suas mortes comemoradas por parte da população.

 

 

 

Atualmente presa em Sheikupura, no Paquistão, durante esses anos de prisão, muitas pessoas ligadas direta ou indiretamente à questão foram assassinadas. No canal da Fundação AIS no youtube, podemos ver os depoimentos sobre o livro recém lançado: “Blasfémia – Condenada à morte por um copo de água”. Assinado por Asia com ajuda e co-autoria da jornalista Anne-Isabelle Tollet, que esteve no Paquistão com ela pessoalmente. O livro foi impresso pela Editora Aletheia e também conta com a colaboração da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (Fundação AIS).

 

 

 

 

“Nesse dia estão 45 °C, nos campos do Punjabe. Asia está há várias horas a apanhar bagas. Uma colheita penosa, mas Asia e o marido têm cinco filhos para alimentar. Por volta do meio-dia, alagada em suor, Asia desloca-se ao poço mais próximo, pega num copo e bebe água fresca. Um copo de água e depois outro. É então que, por estupidez, uma sua vizinha grita dizendo que aquela água é das mulheres muçulmanas – e que Asia, cristã, está a sujar a água ao servir-se dela. A discussão sobe de tom… E de repente espalha-se uma palavra: «Blasfémia!» No Paquistão, é morte certa. O destino de Asia está traçado. Era o dia 14 de Julho de 2009. Asia Bibi é atirada para a prisão. Um ano depois, é condenada à morte por enforcamento. Em seguida, fica a apodrecer numa cela sem janela. A sua família é obrigada a fugir da aldeia, ameaçada pelos extremistas. Dois homens vêm em socorro de Asia Bibi: o governador do Punjabe e o ministro das Minorias – um muçulmano, o outro cristão. Ambos são selvaticamente assassinados. Asia Bibi escreve-nos do fundo da prisão. Tornou-se um símbolo para todos os que lutam, no Paquistão e no mundo, contra todas as violências exercidas em nome das religiões.”

 

«Asia Bibi é um símbolo de tudo o que desde sempre nos faz indignar e mobilizar.» Michèle Fitoussi, ELLE

ISBN: 978-989-622-417-2
Formato: 140x220mm
N.º de páginas: 144/150
Capa: brochada
Preço: 11,00€

 

“Este é um relato extraordinário na primeira pessoa, um pedido de ajuda tocante. Asia Bibi tornou-se um símbolo de tudo o que desde sempre nos faz indignar e mobilizar.” (Para adquirir o livro)

 

O apoio da Fundação AIS à divulgação deste livro insere-se na missão e área de acção da própria instituição. O ano passado, o Bispo Auxiliar de Lahore, no Paquistão, D. Sebastian Shaw esteve em Portugal, a convite da Fundação AIS e deu o seu também impressionante testemunho sobre a realidade da perseguição e as dificuldades por que passam os cristãos naquele país de maioria muçulmana.

 

A Fundação AIS tem presente uma grande campanha de apoio a Asia Bibi e a todos os cristãos perseguidos pela sua fé. Trata-se de uma acção que visa recolher apoios materiais para estas comunidades religiosas, mas também de apelo à oração.

 

Ainda recentemente foi enviado ao Bispo do Paquistão um livro digital (You are not alone) com os nomes de todos os nossos benfeitores que participaram já nesta corrente de oração.

 

Também no Facebook a Fundação AIS tem vindo a dinamizar o grupo Salvem a Asia Bibi, que congrega já mais de 1.700 pessoas.

 

Acenda uma vela você também!!!!

 

 

 

 

 

Aqui mais sobre o caso Asia Bibi

 
* Assine aqui a petição para libertar Asia Bibi

Links das petições:
http://www.petitiononline.com/Asiabibi/petition.html
http://www.christianfreedom.org/news/petion-to-free-asia-bibi/
http://www.petitionbuzz.com/petitions/asiabibi

(Links da postagem do Blog “Vida em Sociedade)

 

 

 

FONTES:

Agência Fides
http://www.fides.org/aree/news/newsdet.php?idnews=31130&lan=por

Fundação Ajuda à Igreja que Sofre – AIS
http://www.fundacao-ais.pt/cms/view/id/335/
http://www.fundacao-ais.pt/noticias/detail/id/2177/

Canal da Fundação AIS no YouTube
http://www.youtube.com/user/fundacaoais

http://www.youtube.com/watch?v=7DaBDYCdmRw&feature=related

Observatório da Imprensa
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/asia-bibi-uma-paquistanesa

Editora Aletheia

http://www.aletheia.pt

A Informante

        “The Whistleblower”, lançado em agosto de 2011 (“A Informante”) é um filme rodado no Canadá e Alemanha), dirigido por Larysa Kondracki, com roteiro de Larysa Kondracki, Eilis Kirwan.

A Informante - cartaz

        Este seria mais um daqueles corriqueiros filmes “inspirado em fatos reais”, que tão bem conhecemos, caso não fosse uma história que pincela assunto tão delicado. Um tanto silencioso quanto monstruoso e recorrente no mundo inteiro.

        O o roteiro narra um caso que é considerado um dos “maiores escândalos da ONU“. Daí podemos imaginar a desmemória junto com os “panos quentes”. Pense se você por acaso leu, assistiu ou lembra de alguém ter falado – mesmo que vagamente – algo a respeito, por estes anos.

        O filme narra a história de Kathryn Bolkovac (Rachel Weisz), uma policial esforçada e dedicada, que aceita trabalhar para as Nações Unidas como pacificadora na Bósnia de 1999, que passa por uma reconstrução pós-guerra. Seus desejos de ajudar a reconstruir um país devastado são destruídos quando ela fica face a face com a dura realidade: uma vasta rede de corrupção e tráfico sexual que é encoberta pela ONU.

(parte do elenco com a protagonista real da história ao centro – de vermelho)

 

        A história revela e denuncia uma das industrias que mais crescem no mundo todo, segundo a imprensa e relatórios de orgãos humanitários internacionais: o tráfico de mulheres a fim de exploração sexual.

        Kathryn leva a investigação adiante, sendo desacreditada e demitida por expor o envolvimento dos agentes da ONU no tráfico sexual no país. Posteriormente ela processou seus empregadores e ganhou uma boa indenização, segundo informação do pessoal do Manhattan Connection. A história antes de ser filmada também “virou” livro nos EUA.

        Recentemente conversando com uma amiga que passou longo período no exterior, ouvi o relato dela que chegou a ser aconselhada a não viajar e/ou frequentar sozinha determinados países e lugares. Mesmo não sendo regiões de guerra civil ou de conflitos abertos, foi recomendado às mulheres que, num país de maioria muçulmana, não ficassem sozinhas na presença de homens do lugar. E o lugar no caso seria um mercado de antiguidades e afins. Esse “conselho” se deu possivelmente devido a costumes locais, considerados comuns àquela cultura, mas que aos olhos da cultura ocidental, constitue assédio. Esse relato do mercado ocorreu, por exemplo, no Marrocos. Mas não é difícil imaginar algo semelhante no Egito, por exemplo.

(Eleanor Roosevelt com a Declaração dos Direitos HUmanos, 1949)

        Lembrando que mesmo na ausência da violência/ contato físico é comum ocorrer o o assédio sexual, que pode ser traumático, pelo fato de expor às mulheres a comentários humilhantes e situações vexatórias, sentindo-se muitas vezes ameaçadas.

        Pode não ser difícil imaginar situações de aliciamento semelhantes, na Ucrânia (como relato do filme), Budapeste, Bósnia, Sudão, Darfur ou Leste europeu. Um estudo estatístico “menciona 40 mil casos de estupro documentados em 1993, durante o conflito na Bósnia-Herzegovina. O número de mulheres kosovares estupradas em um ano, entre agosto de 1998 e agosto de 1999, no conflito com o governo iugoslavo, pode ter chegado a 45 mil.

“Em uma amostra de ruandesas entrevistadas em 1999, 39% declararam ter sido estupradas durante o genocídio de 1994, enquanto a proporção daquelas que conheciam uma vítima de estupro chegava a 72%. Estimativas semelhantes são colhidas em conflitos no Burundi, na República Democrática do Congo, na Colômbia, na Libéria e, mais recentemente, na região de Darfur, no Sudão.”

   (ONU cobra ação internacional contra estupro em guerra)

         Nos massacres de Bogoro (uma pequena cidade na província de Ituri, na República Democrática do Congo (RDC) e de Ituri, também no Congo), a alguns anos atrás – não se trata de imaginar-se – os conflitos que dividiram a antiga Iugoslávia. Em Ruanda e nas guerras civis dos países africanos e mais recentemente – agora – em Mianmar, Congo e na Líbia temos relatos de violência cometida nestes mesmos padrões, tantos pelos locais, como pelas forças estrangeiras.

        Tudo aliado ao estupro realizado como “arma de guerra” das mais cruéis e recorrentes que pode-se ter relato no século passado e no século presente. Agressão realizada muitas vezes por aqueles que deveriam representar os poderes da lei, da ordem e da solidariedade, como no caso dos “capacetes azuis” ou “boinas azuis”, em forças de “pacificação” em países da África, por exemplo.

“Tropas da ONU também foram acusados de estupro, abuso sexual ou solicitar prostitutas durante várias missões de paz, começando em 2003, no Congo, Haiti, Libéria, Sudão, Burundi e Costa do Marfim.”

(Wikipedia/Referências: 25ª a 30ª)

 

 

       “Siga o dinheiro”, esta fala de um desses filmes americanos de investigação sobre corrupção e lavagem de dinheiro dá a pista necessária, caso um dia ocorra uma investigação ampla e séria.

       Infelizmente o tráfico de mulheres possui a gerência do mesmo alto escalão que continua lucrando absurdamente com a guerra, mesmo que indiretamente. Seja no Iraque, Afeganistão ou ainda lugares em outras partes do mundo, abriram-se “licitações” para empresas “reconstruírem” as nações assoladas pela guerra.

       De alguma forma e em algum lugar existe a convergência do tráfico e exploração sexual de mulheres, dos variados organismos que exploraram e lucram com a pornografia internalmente, da lavagem do dinheiro do tráfico internacional de drogas e da corrupção nos altos escalões dos países envolvidos direta e indiretamente com a ONU e organizações internacionais de semelhante ação. Não que uma entidade responda por um “adjetivo coletivo”, mas a omissão, falta de empenho e ausência de rigor, não só em apurar rapidamente mas em cair no absurdo de punições brandas inaceitáveis para crimes de tamanha crueldade humana.

       Retornando ao filme veremos que este narra o drama e a dinâmica ampla de uma investigação que inicia pequena e que se apresenta em proporções mostruosas, a ponto de nem com denúncias feitas à imprensa, nem com medidas paliativas e superficiais tomadas após tudo vir a tona atraves da imprensa, nem assim, os culpados e envolvidos diretamente com tal situação tenham sido trazidos à justiça. Muitos nada sofreram e tão somente continuam a ocupar os mesmos cargos que antes da denúncia.

 

Espero que ao menos as tropas brasileiras nunca sejam acusadas de tão vil procedimento, como o que quatro capacetes azuis da força de paz da ONU, estão sendo acusados de violentar um jovem adolescente no Haiti. E se não bastasse isso a própria ONU, numa “investigação inicial”, diz que tudo não passou de uma “brincadeira pesada” dos soldados. Fato esse documentado num suposto vídeo disseminado pela internet. As “imagens são fortes. Gravadas por um celular e difundidas na internet, elas mostram o suposto abuso sexual de um jovem haitiano de 18 anos por capacetes azuis uruguaios da ONU. O jovem, com as calças abaixadas, é mantido de bruços, imobilizado por dois soldados que seguram seus braços, enquanto um terceiro, sem camisa, se ajoelha, entre risos quase generalizados.” (cf. site do Itamaraty – 06/09/2011)

        Que os soldados e civis brasileiros das Forças da Paz da ONU, sejam e continuem sendo muito bem selecionados, para que quando em contato com culturas diversas e realidades internacionais de pós-guerra/catástrofe, possam continuar a fazer por merecer em sua conduta humanitária, já que tivemos vários militares brasileiros condecorados em suas ações humanitárias internacionais. A estes heróis humanistas praticamente desconhecidos muita força para transmitir essa paz que o mundo tanto precisa.

Mais sobre o assunto (notícias / referências e estudos)

- Kadafi é investigado por uso do estupro como arma de guerra
(TPI também analisa evidências de que soldados teriam recebido Viagra para incentivar violações sexuais)

Recomendo vivamente a leitura do seguinte artigo, principalmente para corrigir a equivocada noção daqueles que possam ainda pensar ser tal violência apenas uma realidade isolada e oportunista:
O estupro como arma de guerra” (cf. no blog o artigo da Sra. Bia)

trechos…

“Em março, Iman al-Obeidi de 26 anos, invadiu o hotel que abrigava jornalistas estrangeiros em Trípoli e acusou milicianos pró-Gaddafi de estuprá-la. Afirmou que foi violentada por dois dias, sendo estuprada por 15 homens diferentes. Ela refugiou-se no Qatar, mas foi deportada. Nisreen Mansour al Forgani, jovem líbia de 19 anos, matou defendendo o governo de Muamar Gaddafi. Foi estuprada por homens de hierarquias superiores, que combatiam ao seu lado. Agora é prisioneira de guerra e teme por sua vida. As mulheres líbias sofrem com o perigo de todos os lados.”

(…) O silêncio geralmente prevalece. Os abusos sexuais contra a mulher na guerra só foram reconhecidos como crimes de guerra depois dos conflitos na Ex-Iugoslávia (1992-1995) e em Ruanda (1990-1996).

- Militares em missões de paz da ONU são acusados de 21 casos de exploração e abuso sexual 

- Abuso e exploração sexual em missões de paz da ONU
(Estudo da PUC-RJ – Teses abertas – imunidade, limitação das medidas punitivas da ONU …)
- O conceito de abuso e exploração sexual
- a situação da mulher durante e após conflitos armados
- o impacto das missões complexas para as mulheres
- operações de paz no pós-Guerra Fria
- para além da prostituição: as consequências negativas das relações sexuais entre peacekeepers e mulheres locais
- medidas implantadas pela ONU em combate a má-conduta sexual
- as primeiras respostas estabelecidas pela ONU
- O Relatório Zeid
- prevenção, investigação e punição
- treinamento e códigos de conduta

(PUC/RJ Certificação Digital Nº 0710402/CA)

- As consequências indesejadas das missões da paz da ONU na forma de violações aos direitos humanos: a questão da exploração e dos abusos sexuais
(PUC/SP – TCC de Caio César Gazarini Cristófalo – 2010)

“Ser estuprada, isso faz de você… uma pessoa sem direitos, uma pessoa rejeitada pela sociedade e agora, na vizinhança onde vivo, é como se eu fosse estuprada todos os dias porque todos os dias alguém me lembra de que eu fui estuprada e de que eu não sou nada, de que eu deveria ficar isolada num canto, de que eu não deveria falar, não devo dizer nada.”
Rose, Haiti (Anistia Internacional, Don’t Turn your back on Girls – Sexual Violence Against Girls in Haiti, 2008)

- Tribunal de Haia investiga se Kadafi usou estupro como arma de guerra contra rebeldes na Líbia

- Senadoras acusam Mianmar de usar estupros como ‘arma de guerra’ 

- Relatório da ONU aponta estupro como arma de guerra

- O estupro como arma de guerra

- ONU cobra ação internacional contra estupro em guerra

- Criminosos e oportunistas tentam se aproveitar da catástrofe

- Violência sexual é arma na Colômbia, alerta Anistia

- ONU fracassou em evitar estupros em massa no Congo

- PIME – Atualidades no Mundo – África

- As chamas que consomem as belas aldeias não são belas
(notas sobre uma premiada propaganda da limpeza étnica)

- Vídeo do debate do filme “A Informante” no programa Manhattan Connection

Anistia Internacional e seus Especialistas em Brasil

anistia_logo

Presunção da A.I. e seus "Especialistas em Brasil"

 

Eu pretendia também deixar um recado no site da Revista Época, mas parece não estar funcionando direito e o texto não é enviado

.

Respondendo notícia e pronunciamento da AI:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI190710-15228,00.html

 

               Não desmerecendo a importância histórica de uma entidade como a Anistia Internacional, mas perderam um grande momento de ficarem calados.

               Tal pronunciamento foi de imensa presunção, arrogância e principalmente acoberta uma grande desinformação. Afirmar que a polícia colocou em "situação de risco ás comunidades" ou querer ensinar alguma lição de "como se faz" ou "como se deve fazer", faz do pronunciamento desse gringo, sr. Patrick Wilcken, "especialista em Brasil" soar de forma ridícula. "A operação não teve impacto positivo para a segurança da comunidade"?? Como assim?? Que "pesquisa" é essa?

              Imagine só, bastam as tolices que surgirão certamente de pessoas/políticos (políticos são pessoas?!) que sempre foram omissos, mas que agora irão querer algum pedaço na fatia da satisfação popular. A ação bem sucedida (mas que apenas começou) fala por si e conta SIM com o apoio popular, enviando um "cala boca" a todos esses "especialistas playmobil" que devem gostar muito do conforto de seus cargos e da decoração de seus escritórios, fazendo suas análises à distância, sem conhecer a vida, os sonhos, os desejos e anseios das comunidades aprisionadas pelo narcotráfico. Caros "especialistas em Brasil", caminhem dentro das comunidades, hospedem-se por um tempo dentro das comunidades, conheçam as pessoas, as famílias, seu cotidiano para então sim poder abrir a boca e emitir pronunciamentos um pouco mais honrados, honestos, precisos e à altura do pretenso ideal da instituição.

Profissão Perigo: Aluno quebra os braços e 6 dentes de professora

Cada vez mais notícias desse tipo são recorrentes no noticiário. Já foi tempo em que os alunos tinham algum tipo de respeito pelo professor e exercer essa profissão era um sinônimo de status.

Os tempos parecem difíceis, vale conferir o comportamento e vocabulário de alguns grupos de alunos pelas ruas e transporte público.

"Uma professora de uma escola técnica em Porto Alegre (RS) teve os dois braços e seis dentes quebrados após ser espancada por um aluno do curso de enfermagem que ficou revoltado por ter tirado uma nota baixa. O caso ocorreu na última terça-feira.

Após tomar conhecimento de sua nota, o rapaz utilizou uma cadeira de ferro para agredir a professora, de 57 anos. Os braços dela foram atingidos no momento em que tentou se defender. Mesmo depois de ela ter desmaiado, o estudante, que é instrutor de artes marciais, desferiu socos e chutes, quebrando os dentes da professora. Ao perceber a chegada de duas professoras, o aluno decidiu fugir.

O delegado Fernando Soares, que investiga o caso, disse que um segurança e o porteiro do prédio ainda tentaram deter o agressor mas não conseguiram. O estudante, de 25 anos, ainda não foi localizado pela polícia."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vale ressaltar que o agressor (o criminoso) não é menor de idade e que em sua fúria transparece um tipo de comportamento que certamente não deve ser novidade, pela idade (25). Eu não saberia dizer que tal covardia faz uma pessoa recuperável para conviver em sociedade… a esperança é a última que morre… e ela está se esvaindo.

 

Triste, lamentável, covarde e revoltante!

 

 

Fonte:

Yahoo Notícias
Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/12112010/25/manchetes-aluno-quebra-bracos-6-dentes.html

R7 Videos
http://noticias.r7.com/videos/aluno-quebra-os-dois-bracos-da-professora-de-quase-60-anos-no-rio-grande-do-sul/idmedia/b765ab147252beeba91a472f876aa536-1.html

O abraço do Cristo: Carinho de Verdade

 

Aconteceu, mas eu só vi agora! O Cristo Redentor te deu aquele abraço!

Ele, no dia 19 de outubro de 2010, num abraço simbólico ao Rio de Janeiro simbolizou de certa forma a “causa desse carinho” que devemos ter pelas nossas crianças. Digo “nossas”, pois todos nós temos uma parcela de responsabilidade.

O efeito – uma ilusão de ótica provocada por projeção de luzes e imagens – faz parte da Campanha "Carinho de Verdade", de combate à violência e exploração sexual de crianças.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- aqui em wide com alguns segundos a mais -

 

Para simular o abraço, o cineasta Fernando Salis usou oito projetores, que cobriram a estátua com imagens do Rio, como sobrevoos de asa-delta, as florestas e até mesmo o trânsito. Ao som de Bachianas Brasileiras n.º 7, de Villa Lobos, e com animação em 3D, a estátua parece fechar os braços.

Vale conferir e refletir o belíssimo efeito. Se assim pequenininho ficou bacana, imagine o que deve ter sido assistir ao vivo.

 

 

Fonte: http://www.carinhodeverdade.org.br

Agressão animal

Ao ler, neste final de tarde, uma notícia sobre a agressão de um cachorro, fui meio que surpreendido com as dezenas de relatos das mais variadas nacionalidades, onde pessoas exercitam a sua crueldade tento como alvo animais. Me refiro mais especificamente ao “melhor amigo do homem”… os cães, embora também gatos sejam vítimas de crueldade.

Quem agride?

O perfil é variado, crianças, adolescentes, homens e mulheres são flagrados chutando, torturando e levando a óbito os animais indefesos. A minha surpresa diante da quantidade de incidentes me faz pensar se tais pessoas capazes de tal crueldade teria condições de ter um convívio saudável em sociedade. E também é interessante comentar (embora deixando para aprofundar essa questão futuramente) que é assim que muitas vezzes se desenvolve uma psicopatia social, em várias gradações, pois com o exercício da crueldade, a linha que diferencia o “ser” que está sendo alvo da agressão, tende a ficar cada vez mais tênue e mais fácil de transpassar. Pois existem em determinadas localidades verdadeiros “serial killers” de animais, que são mortos, na maioria das vezes por envenenamento.

No vídeo abaixo, em Knee Hill Park, na Inglaterra, o indivíduo que chuta o cachorro, está sempre procurado e existe uma tentativa de identifica-lo. Espero que consigam.

 

 

 

Existem desde as propagandas idiotas (montagem):

 

Até vídeos com histórias tristes e lamentáveis de maus tratos, cresce na internet. Um animal é considerado vítima quando algum destas ações são testemunhadas:

 

- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;
- Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
- Deixar sem ventilação ou luz solar;
- Não dar água e comida diariamente;
- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
- Capturar animais silvestres;
- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
- Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

 

Outro que espero seja identificado e punido:

 

 

 

Aqui o cão foi espancado por crianças, teve fraturada a sua pata e foi salvo de ser morto à tijolada por um passante:

 

 

Um caso acontecido na zona sul de São Paulo (poderia ter sido em qualquer lugar), onde um cão foi torturado e enforcado por um animal que anda em duas patas:

 

 

 

Casos no campus da UFRGS também vai parar na televisão. Estudantes se mobilizam:

 

 

 

Até chegar neste breve vídeo de baixa qualidade, porém de grande qualidade “humana”(?!). A conclusão é de cada um que assistir. Ocorreu tambem no Chile, onde hoje se fala tanto do resgate aos mineiros, porém esse “resgate” de um cachorro ferido, por outro instiga o pensamento… como está profundo em toda a criação e na natureza o princípio de ajuda, solidariedade(?!), mesmo que instintiva é algo no mínimo impressionante. Eis o cão herói.  :)

 

 

 

 

 

Links relacionados para a denúncia de maus tratos animais – COMO E ONDE DENUNCIAR:

- Arca Brasil

- Pea – Projeto Esperança Animal

- ONG do Cão

- Dog Times – como denunciar maus tratos

Maçãs Podres: documentário sobre a Igreja

Que venham mais abordagens pautadas na veracidade e transparência dos fatos, a fim de que se diga NÃO a generalização e ao “réu coletivo”, pois não é justo culpar a TODOS pelo crime de ALGUNS, mas SIM clamar a ação imediata diante da violência que vitima e vitimou crianças indefesas em várias partes do mundo, não apenas por sacerdotes, mas, em maior número por pais, padrastos e quaisquer pessoas no abuso de sua em posição, no poder e intimidação.

“Maçãs Podres”: documentário sobre Igreja diante dos abusos sexuais

Feito pela agência internacional “Rome Reports”

(por Carmen Elena Villa)

maças

ROMA, sexta-feira, 4 de maio de 2010 (ZENIT.org) – Um documentário que pretende “traduzir em imagens a carta de Bento XVI aos católicos da Irlanda de forma jornalística e televisiva”, é o objetivo de Maçãs Podres, com duração de 45 minutos, que trata o tema dos abusos sexuais por parte de alguns sacerdotes católicos.

Assim qualificou, no diálogo com ZENIT, Javier Martínez-Brocal, diretor de Rome Reports, agência que realizará este especial televisivo. “Recebemos muitos pedidos, e-mails de telespectadores que nos pediam algo assim. O que temos tentado é mostrar serenamente de um modo geral, apresentando em todos os aspectos o que  mais ocorreu e o que se está fazendo para resolver a crise de abusos sexuais por parte de sacerdotes”, disse.

Sobre o nome do documentário, Martínez-Brocal explicou que escolheram Maçãs Podres porque “se trata de uma minoria de sacerdotes e porque Bento XVI está pedindo que se afastem, pois estão manchando o nome da Igreja e o resto dos sacerdotes exemplares, que são uma grande maioria.”

O documentário analisa a confusão inicial na Igreja sobre quem e como deveria resolver estes casos, e explica com detalhes as palavras pronunciadas por João Paulo II sobre este tema na Jornada Mundial da Juventude em Denver, 1993, na reunião que aconteceu com os cardeais norte-americanos em 2002 e a atual de Joseph Ratzinger, como cardeal até 2005 e em seus cinco anos de pontificado.

Javier Martínez-Brocal reconhece que o documentário é “polêmico”, que “pode molestar a quem molestou a carta do Papa aos bispos da Irlanda e aos mesmos que não querem aplicar suas propostas”.

Várias emissoras de TV dos Estados Unidos e América Latina adquiriram os direitos para transmitir esta produção. Também foi solicitada por emissoras na França, Espanha, Polônia e Portugal.

Primeiro passo: olhar as vítimas

Maçãs Podres começa com o testemunho de algumas vítimas de abusos por parte de sacerdotes. Walter, do Canadá, recorda que “esse ano foi um autêntico pesadelo. Eu era uma criança de 7 anos e não entendia nada. Era muito pequeno”.  Lawrence, de Malta, confessa como conseguiu perdoar esse doloroso episódio de sua vida após seu recente encontro com o Papa pois “ele teve a coragem de dar a cara pelos outros que nos fizeram mal”, disse no documentário.

Martínez-Brocal explica que “a maioria das vítimas não está acusando a Igreja mas sim seus agressores, que são delinqüentes. São sacerdotes, porém criminosos”, pessoas que “traíram seu sacerdócio”

“A verdade vos fará livres”

No capítulo de prevenção e soluções, “Maçãs Podres” visita um seminário americano para mostrar como são selecionados os futuros sacerdotes. Os candidatos devem superar exames de maturidade de sua personalidade e testes psicológicos para mostrar se possuem capacidades de viver no celibato. “Se descobrirmos comportamentos inapropriados, pedimos ao seminarista que deixe.”, explica um dos psicólogos.

Tanto para o diretor de Rome Reports, como para os realizadores desse documentário, a atitude de Bento XVI com o tema dos escândalos, “fala de seu amor e verdade”.

Um momento histórico para a Igreja que, ainda que seja de “naufrágio”, como disse o Papa em sua recente visita a Malta, pode trazer grandes frutos a curto e longo prazos: “Que isso sirva para que os abusos saiam da Igreja Católica”, disse Javier.

“Somos muito otimistas. A luta contra os abusos sexuais é uma batalha que durará muitos anos, mas os frutos já estão aparecendo”, confessa.

Fonte: ZENIT – ZP10060412 – 04-06-2010

A Violência e a Fantasia

(escrito por Flávio Croffi, do notícias do msn jogos)

 

A visão articulista retrata o conflito da violência fantasiosa que termina se transformando em “violência real”. Até que ponto uma pessoa pode se deixar levar e ser influênciada, mesmo que inconscientemente, pela violência de um jogo virtual desses do tipo “hiper realista” ??? Claro que os jogos eletrônicos em geral possuem um lado bom, lúdico que literalmente dá asas a nossa imaginação. Será a fantasia banalizada da violência algo que torna comum e justificavel uma agressão real posterior? Fica a pergunta no ar…

 

 

 

Ultimamente, o mundo dos games vem recebendo muitas críticas e pressão por meio da mídia. Os desencadeadores desta atitude por parte da imprensa, novamente, são fatos ocorridos que resultaram em extrema violência ou alguma brutalidade.

Um garoto jogador de MMORPG sequestrado, dentro de um plano construído por uma quadrilha de outros jogadores, um clã. O motivo do sequestro era roubar a conta do jogador, que era primeiro no ranking do jogo em questão, para vender a pontuação e itens da mesma, em um valor equivalente a 15 mil reais. Esta quadrilha, intitulada de LaFirma, já tinha fama de roubar e usurpar vários jogadores dentro do jogo, porém, com este último fato, passando dos limites, o grupo foi parar diretamente na cadeia.

Outro fato ocorrido nos últimos anos foi a briga de dois garotos depois de uma partida de “Tíbia”, que resultou em uma morte brutal. Um garoto de 16 anos esfaqueou e serrou as pernas de outro de 12 anos.

A imprensa cobre os fatos, de maneira geral, superficialmente, sem analisar cada ponto que pode ter resultado em um comportamento do tipo, o que torna a imagem dos jogos cada vez mais negativa. Podemos notar que são casos isolados, naturalmente, entre centenas ou milhares de assassinatos, roubos, mortes, um ou dois são relacionados direta ou indiretamente aos games.

Ocorre que os crimes não relacionados aos jogos, são já comuns, portanto, há certo “destaque” quando ocorre algo novo ou incomum, como os citados acima, entre outros. Novidades são pontos chamativos, claro. E pontos chamativos resultam em audiência, que posteriormente resultam em venda. Portanto, o ser humano tem a ânsia de saber mais e mais, o velho fascínio pela violência. Uma notícia envolvendo tragédia ou brutalidade desperta interesse muito maior do que outra o qual dispõe algum indicador social do país, ou mesmo pontos críticos de uma sociedade a serem solucionados ou discutidos.

Mas vem a calhar. Será realmente que os jogos eletrônicos despertam um comportamento agressivo? Será que tais pessoas não sofrem de algum distúrbio traumático, psicológico ou criminal? Pelos números, tudo indica que a segunda opção é mais plausível, uma vez que são pouquíssimos os casos relacionados aos jogos.

Em nossa sociedade, antes mesmo dos sete anos de idade aprendemos a diferenciar o que é real e o que é irreal. E acontece da mesma forma com o entretenimento. Seja por games, filmes ou mesmo músicas. De fato, há algum fator de influência nos elementos citados, mas não tão forte capaz de fabricar assassinos brutais. Como já dito, estamos falando de entretenimento, e precisamos disso para viver.

O mundo fantástico é uma necessidade do ser humano. Todos sonham, imaginam e dão asas para seus pensamentos, um ato livre e sem barreiras. Desde pequenos, somos condicionados ao mundo do faz de conta, e dentro deste mundo, há violência, de fato. Quem nunca brincou de polícia e ladrão? De vencer possíveis monstros invisíveis? Ter super-poderes destruidores ou mesmo atirar com uma arma invisível, mesmo que em sua cabeça, a arma estava lá. Nós, quando crianças, necessitamos da violência do faz de conta, pelo simples fato de nos tornarmos mais fortes, com uma maior auto-estima e maior confiança em nós mesmos.

O princípio do ser humano é primeiro de tudo, proteger a si mesmo e posteriormente sua família, de qualquer fator agressivo que esteja a sua volta, físico ou psicológico. Aí é que entra a auto-estima e autoconfiança. São ansiedades básicas do ser humano proteger e viver, desde seu surgimento como tal.

Portanto, não cabe a nós julgarmos um jogo eletrônico, uma forma de entretenimento, como gatilho para a execução de tais crimes. Existem centenas e milhares e fatores o qual pode contribuir para o pensamento fora de ordem ou criminal.

Tais crimes ainda são chocantes para o público, devido ao fato de na maioria das vezes possuir garotos de classe média envolvidos nos mesmos. Agora, será que tais crimes estão realmente relacionados diretamente aos jogos, ou ás imposições de nossa sociedade, de status, dinheiro e a competição?

 

Plataforma: _Xbox 360_ | _PS3_ | _PC_ | _DS_ | _Wii_ | _PSP_

 

 

Link relacionado:

- Rapelay – Divertimento virtual com estupro, pedofilia e aborto 

CRUELDADE ANIMAL

Um inquietante olhar do  comércio chinês da peles de animais.

crueldade com animais

“A China, grande exportadora, fornece mais do que a metade dos vestuários originários da pele de animais, postos à venda nos lojas caras e chiques dos Estados Unidos”.

Quantos produtos que consumimos cuja origem sequer temos idéia de onde vem e de como são produzidos? Quando isso diz respeito a algum produto oriundo de animais, isso tem um preço maior para eles. Eis uma ponta do iceberg de coisas erradas no mundo.

O homem é o lobo do homem e de tudo mais que estiver diante de si.

[http://www.mediapeta.com/videoplayer/video.swf?v=fur_farm_high<br /><a href="https://secure.peta.org/site/Advocacy?cmd=display&page=UserAction&id=3191">Pledge to go fur-free at PETA.org.</a>]

(Assista on ou faça o download do vídeo acima: Quicktime | Windows Media. Pois o vídeo foi retirado do Youtube)

Observadores fizeram explorações nos campos chineses da província de Hebei e o que foi encontrado (e filmado) foi que muitos animais são abatidos com requintes de crueldade que um naista teria.

Muitos, ainda vivos, são amarrados em suas partes traseiras ou dependurados pelos pés ou caudas. Se esforçam desesperadamente enquanto os indivíduos literalmente os esfolam, retirando sua pele, para o que chamam de “corte limpo”.

Quando a pele é finalmente retirada, os animais são jogados e empilhados ainda vivos, em meio ao sangramento de suas feridas.

“Alguns estão ainda vivos, respirando em arfadas ásperas e piscando lentamente. Algum do animals’ os corações ainda estão batendo cinco a 10 minutos depois…”

Um observador de uma entidade de defesa dos animais gravou um cão em meio ao amontoado das carcaças, que ainda teve força suficiente para levantar sua cabeça e dirigir seu olhar fixo, ainda piscando e ensanguentado para a câmera.

Antes de serem despelados, os animais são puxados de suas gaiolas e jogados ao chão. Indívíduos armados de hastes de metal e facas, batem em suas cabeças, quebra-lhe os ossos, levando-os a convulsões mas ainda não a morte.

Os investigadores/observadores que excursionavam pela entidade suiça de proteção aos animais (EAST), foram logo obstruídos de gravarem, porque a visita local é proibida a estranhos.

Não há nenhuma lei que regulamente explorações de pele animal na China. Os fazendeiros podem criar animais para chacina.

Os investigadores encontraram horror além do imaginável e concluíram:

“As condições da exploração chinesas de pele animal, faz uma zombaria dos padrões mais elementares da proteção animal. Em suas vidas e em suas mortes indizíveis, estes animais foram negados até mesmo dos atos mais simples da bondade.”

Nestas explorações agrícolas, as raposas, os visons, os coelhos, e outros animais passeiam e tiritam nas gaiolas expostas ao ar livre do fio. Expostos à chuva, noites de congelação e em outras vezes, ao sol abrasador.

Com a globalização do comércio de pele é impossível saber exatamente de onde os produtos vêm. A China fornece mais do que a metade dos vestuários originados de pele animal, que são importados e vendidos nos Estados Unidos.

Mesmo se uma etiqueta do vestuário da pele diz foi feita em um país europeu, os animais provavelmente foram levantados e slaughtered em outra parte possivelmente em uma província chinesa não regulada pela lei.

A única maneira de impedir tal crueldade inimaginável é nunca usar produtos originários de pele animal.

Fonte: http://www.peta.org/feat/ChineseFurFarms/index.asp

* PETA trabalha com a educação pública, as investigações crueldade, pesquisa, resgate de animais, legislação, eventos especiais, a participação de celebridades e campanhas de protesto.

Assuntos relacionados:

- “The Cove – O massacre dos golfinhos”

Shark finning

- Crueldade animal na China

Pais devem ficar em alerta

 

“…eduque-o para nunca esconder nada de você, mesmo que um outro adulto peça ou faça ameaças. Permita sempre o diálogo para qualquer assunto.”

alerta-aos-pais-abuso-sexual

 

Prevenir é muito mais importante do que remediar. Nesses tempos de costumes liberais, máscaras virtuais e de fácil acesso a tecnologia, nunca é demais o acompanhamento presencial ao lado das crianças e adolescentes.