Ensaiando

Astro Boy (animação) 1963 / 2009


Para alegria da garotada nessas férias, a Imagi, que voltou no tempo para re-compor esse personagem que literalmente atravessa quase 3 gerações (58 anos) para chegar ao Século 21 acompanhado dos mais recentes efeitos especiais, liberou novas imagens para a promoção da animação de Asutoro Boi Tetsuwan ou Shin Tetsuwan Atomu, o “Astro Boy”. Nelas podemos ver o robozinho Astro (Freddie Highmore, de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”) e sua turma. A produção é baseada no mangá e animê de Osamu Tezuka, de 1963. Confira mais abaixo.

Na futurística Metro City, Astro é um robô dotado de incríveis poderes criado pelo brilhante cientista Tenma (Nicolas Cage, de “O Vidente”). Movido pela energia “azul”, Astro tem super força, visão de raio x, velocidade supersônica e habilidade para o vôo. Criado com o principal objetivo de preencher o vazio do filho desaparecido de Tenma, Astro embarca em uma jornada em busca do real sentido de seu destino, aprendendo as alegrias e emoções do ser humano.

Ao descobrir que sua família e amigos estão em perigo, Astro retorna para Metro City com a missão de salvá-los e compreender significado da palavra “herói”. No elenco temos Kristen Bell (da série “Heroes”), Bill Nighy (“Anjos da Noite”) e Donald Sutherland (“O Senhor das Armas”). A película tem direção de David Bowers (“Por Água Abaixo”) e roteiro de Timothy Harris (“Space Jam – O Jogo do Século”). A estréia está prevista para 23 de outubro de 2009, nos cinemas norte-americanos.

(Fonte: Cinema com Rapadura)

Há quem diga que o personagem foi concebido em 1951 pelo próprio Osamu Tezuka, que também criou os ainda comentados e inesquecíveis mangás japoneses (que também viraram sériés animadas para a tv e conhecidos em todo o mundo), como por exemplo “A Princesa e o Cavaleiro” (que talvez você nunca tenha ouvido falar, mas possivelmente ao ir comentando com alguém, talvez surjam algumas pistas). Foram clássicos dos quadrinhos da época e talvez um dos primeiros animes a conceituarem o termo e e fazerem sucesso, não somente no Japão, mas no mundo todo. Não é a toa que Osamu Tezuka é chamado de o Walt Disney do Japonês, pois seus personagens ainda estão aí, atravessando o tempo.

A Princesa e o Cavaleiro

"A Princesa e o Cavaleiro" (1953)

O porque do post? Vemos que “nada” ou pouco se cria, muito se recria e quase nada se inventa de verdade. Um entretenimento pipoca bacaninha e saudável, quase inocente, bom para levar a gurizada-mirim ao cinema. Será isso uma desculpa para também ir assistir?  🙂

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Publicado às quinta-feira, 8 janeiro, 2009 por em Filmes, Séries e marcado , , , , , , , .

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