Ensaiando

PM salva vida de criança pelo telefone


Em tempos conturbados, onde polícia significa não somente sinônimo de segurança, mas muitas vezes também de corrupção e propina, eis que uma notícia lança luzes de esperança e deveria convidar à refletir todas as pessoas ligadas à área de segurança, sejam policiais militares, federais, guardas municipais, bombeiros e seja mais os que tiverem esse perfil de "servir e proteger". Simplesmente desempenhar com zelo a sua função, o seu papel profissional, sabendo que em muitas vezes a vida de terceiros depende da forma como encara sua função.

Ligar para a polícia em muitos lugares e situações, não é garantia de rapidez, nem da ligação, nem do atendimento. Porém temos sempre que ser otimistas e ter esperança que existem sim profissionais comprometidos com o bem estar alheio e com a vida e integridade do outro.

A estes que assim pensam e procedem, parabéns. Pois mesmo diante de condições e salários não ideais ao risco e cumprimento do dever, mantém acesa a consciência da importância do seu serviço à população. Eis a luz no fim do túnel, eis a centelha de esperança na promoção humana. Vamos todos, é para que devemos nos voltar! 

 

“Um bebê de 50 dias teve uma parada respiratória na madrugada desta segunda-feira, em São Paulo, e foi salvo pelo atendimento por telefone de uma policial militar.

A soldado Kátia Bevilácqua foi quem atendeu a ocorrência, por volta de 4h da manhã. Ela conta que o tio da criança telefonou pedindo ajuda e que podia ouvir o desespero da mãe aos fundos. Bevilácqua orientou o tio a dar tapinhas leves nas costas da criança e mantê-la de bruço, até que voltasse a respirar.

Logo a criança tossiu e começou a chorar, ainda respirando com dificuldade. Uma viatura da PM chegou ao local e levou a menina ao pronto-socorro do Grajaú (zona sul de São Paulo).

"Você não pensa em mais nada, só quer salvar a criança. De qualquer jeito você tem que salvar", conta a soldado, que tem um filho de dois anos.

A mãe do bebê, Thais Batista de Almeida, diz que mora em Taboão da Serra (Grande São Paulo) e veio passar o fim de semana na casa de parentes. Durante a madrugada, a filha começou a tossir de forma contínua, como se estivesse engasgada, e parou de respirar. Sem reação, a bebê ficou arroxeada. "Eu fiquei desesperada, não sabia o que fazer", conta.

Por volta das 10h30, a criança tinha ganhado alta e estava em casa com a família”

 

 

Fonte: BOL Notícias

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Publicado às segunda-feira, 30 agosto, 2010 por em Notícia e marcado , , , , .

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