Ensaiando

Arquivo da tag: Poesia

Acaso


As vezes a gente pensa que está divagando, sonhando alto sozinhos e estamos fazendo uma oração. Sim, “Deus não joga dados com o universo”. (Albert Einstein) (1) Eis que ainda … Continuar lendo

domingo, 30 dezembro, 2012 · Deixe um comentário

Refletindo com Victor Hugo


    " Seja como os pássaros que, ao pousarem, um instante, sobre os ramos muito leves, sentem-nos ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas ". (Victor Hugo)*   … Continuar lendo

segunda-feira, 29 março, 2010 · Deixe um comentário

Imagem


  Haverá ainda no mundo gesto interessado no bem estar do outro, tal como dar de comer a quem tem fome, tal como dar de beber a quem tem sede?  … Continuar lendo

terça-feira, 23 março, 2010 · 1 comentário

O SEU SANTO NOME


  Não facilite com a palavra amor. Não a jogue no espaço, bolha de sabão. Não se inebrie com o seu engalanado som. Não a empregue sem razão acima de … Continuar lendo

quinta-feira, 22 outubro, 2009 · Deixe um comentário

A vida é um longo caminhar


. A vida é um longo caminhar Eu, às vezes anseio, como os loucos, Pela mocidade que já passou. Então os problemas eram poucos E o meu coração feliz muito … Continuar lendo

sábado, 17 janeiro, 2009 · Deixe um comentário

Canção para os fonemas da alegria


Thiago de Mello A Paulo Freire Peço licença para algumas coisas. Primeiramente para desfraldar este canto de amor publicamente. Sucede que só sei dizer amor quando reparto o ramo azul … Continuar lendo

domingo, 11 janeiro, 2009 · Deixe um comentário

Cantiga por um ateu


Em meio a tantas doutrinas hermafroditas e mutantes neste nosso mundo com tantas facetas de expressão, este post pode parecer “profeticamente paradoxal”, mas não o é. O “sangue de mártires … Continuar lendo

sábado, 3 janeiro, 2009 · 1 comentário

O sorriso do choro


Melodia do chorinho faceiro A música tem uma mística… um malabarismo quântico de física aeróbica avançada, mas ninguém se prende a essa fato. Num só instante de melodia, meu metabolismo … Continuar lendo

sábado, 6 dezembro, 2008 · Deixe um comentário

Mãe e filho


Pequena poesia     Quando eu nasci, ficou tudo como estava.   Nem homens cortaram veias, nem o Sol escureceu, nem houve Estrelas a mais… Somente, esquecida das dores, a … Continuar lendo

quarta-feira, 3 dezembro, 2008 · Deixe um comentário

Cien Sonetos


Cien Sonetos Soneto XVII (Cien sonetos de amor – Soneto XVII – Pablo Neruda) “No te amo como si fueras rosa de sal, topacio o flecha de claveles que propagan … Continuar lendo

terça-feira, 2 dezembro, 2008 · Deixe um comentário

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